Aborto: O que diz a Terapia Regressiva Evolutiva?

O meu objetivo ao escrever esse artigo, não visa emitir um juízo de valor, e, desta forma, condenar as pessoas que praticam o aborto. Em verdade, o meu intuito é esclarecer as consequências físicas, emocionais e espirituais dessa prática tanto para a mulher como para a criança abortada. Ao trabalhar com regressão (conduzi mais de 20.000 sessões de regressão), pude constatar que a causa de muitos problemas é, em muitos casos, consequência de abortos praticados pelas pacientes nesta vida e/ou em outras vidas.

Esses problemas se traduzem em depressão, dificuldade de engravidar e doenças orgânicas do aparelho genital, oriundos, em muitos casos, da obsessão espiritual da criança abortada.
Em verdade, o encontro com os pais era para resolver pendências que deixaram em suas vidas passadas, pois muitas dessas crianças abortadas já chegaram também a sofrer vários abortos pelos mesmos pais numa existência passada e, desta forma, perderam a oportunidade de voltar a reencarnar para se reconciliar com seus genitores. E, com isso, revoltadas e sentindo-se rejeitadas, passam a obsediar (perseguir) os pais, os médicos e todos aqueles que, de uma forma ou de outra, foram responsáveis pelo aborto.

É importante ressaltar aqui que nem todas as crianças abortadas irão passar a se vingar dos responsáveis. Essas perseguições vêm daqueles espíritos ainda imaturos que, ressentidos e/ou rejeitados, querem se vingar e passam a persegui-los.

Por outro lado, os mais evoluídos reagem de forma mais moderada. Muitos lamentam a perda de oportunidade de ajudar os pais, de os aproximarem mais, ou mesmo de ajudar outros membros da família (irmãos, tios, avós, etc.).

Apesar de o aborto ter lhes causado sofrimento físico e emocional, não cultivam ódio ou ressentimento em relação aos pais; pelo contrário, chegam a mandar vibrações positivas do mundo espiritual.

Eu me recordo de uma paciente que me procurou por sentir muita culpa por ter praticado um aborto. Ao regredir, viu o rosto de um bebê na sua frente (é comum uma entidade espiritual – amiga ou não – manifestar – se dessa forma). A criança lhe disse para não se culpar pelo aborto, pois compreendia que não era ainda o momento de ela reencarnar visto que ambos (o casal) não estavam ainda maduros para assumi-la. Mas que no momento oportuno iria reencarnar como filha do casal, pois tinha uma pendência cármica de uma vida passada com os dois. Despediu-se dizendo que estava orando muito pela felicidade deles. Após a regressão, a paciente me compartilhou emocionada que estava se sentindo muito aliviada.
Caso Clínico:
Sentimento de rejeição e medo de fracassar.
Mulher de 25 anos, solteira.

A paciente veio ao meu consultório querendo entender o porquê de se sentir rejeitada pelas pessoas e insegura por conta de seu medo de fracassar. Sentia-se muita indecisa, insegura ao ter que tomar uma decisão, pois tinha receio, vinham pensamentos negativos de fracasso. Tinha também baixa autoestima, sentimento de desvalorização e muita dificuldade de dizer não (necessidade de agradar as pessoas para não ser rejeitada).
Após ter sofrido um sequestro relâmpago, desenvolveu um medo grande de sair de casa (sofria de transtorno de stress pós-traumático).

Ao regredir, ela me relatou: – Vejo uma cena de minha infância onde nós três, eu, minha mãe e a minha irmã, estamos abraçadas, sentadas no sofá de casa. Estamos felizes, mas sinto também um aperto no peito, angústia, vontade de chorar e medo (paciente fala chorando).

– Medo do quê? – Pergunto à paciente.
– Medo de fracassar. Sinto uma presença espiritual aqui no consultório… Na hora em que vi aquela cena inicial de nós três abraçadas, senti essa presença espiritual.

– Veja quem é esse ser desencarnado? – peço novamente à paciente.
– Diz que é a minha irmã. Fala que a minha mãe a abortou (na entrevista de avaliação, a paciente me relatou que após o seu nascimento, sua mãe abortou uma criança).

O aperto no peito, a angústia, a vontade de chorar e o medo de fracassar que senti no inicio dessa sessão são sentimentos que não me pertencem, mas vêm dessa minha irmã que foi abortada.

– Pergunte à sua irmã se ela gostaria de lhe dizer algo? – peço à paciente.
– Diz que queria reencarnar, estar com a minha família. Por isso, sente raiva, rejeitada ao ver nós três juntas, felizes (a paciente se dá muito bem com a sua mãe e a sua irmã).

– Você gostaria de dizer algo à sua irmã? – Peço à paciente.
– Gostaria que ela perdoasse a minha mãe por tê-la abortada (pausa).
Ela está chorando, sente-se rejeitada.
Agora, percebo que esses sentimentos de rejeição, desvalorização, angústia, medo de fracassar que sinto vêm dela, não são meus.

Ela reafirma que queria estar entre nós e me pergunta: “Por que a sua irmã nasceu e não eu? Se sua mãe me abortou, não queria uma criança, por que depois ela aceitou a sua irmã?”.
Ela chora muito, não se conforma por não ter nascido.

– Pergunte-lhe se quer receber ajuda dos espíritos amparadores, ser levada à luz? – Peço à paciente.


– Ela diz que quer.

– Então, fale para ela pedir ajuda – em pensamento – para eles. (pausa).
– Vejo-a agora como uma criança pequena, sendo levada. Um anjo vestido de branco cobre a minha irmãzinha com um manto.
Ele a leva em direção a um grande foco de luz intensa (é o astral superior, plano espiritual de luz).
O anjo (mentor espiritual da paciente) pede para me acalmar, afirma que vai dar tudo certo em minha vida daqui para frente. Diz que vou ficar bem, e que os meus problemas vinham da interferência espiritual de minha irmã e de mim também. Na verdade, a minha irmã estava me obsediando porque queria a minha ajuda, pois eu era a única da família que poderia ajudá-la a ser resgatada das trevas, da escuridão em que se encontrava. (pausa).
O meu anjo fala ainda: “Acredite na vida, nada acontece sem a permissão de Deus. Tenha fé! Busque ser você mesma, tenha coragem, se imponha diante das pessoas. Fale o que pensa e sente. Seja verdadeira, sincera. Você é muito exigente, severa consigo mesma porque não aprendeu ainda a se amar.
Aprenda a se amar, dando ouvido aos seus sentimentos. Escute mais os anseios de sua alma, trilhe novos caminhos”.

– Pergunte ao seu anjo, quais são esses novos caminhos? – Peço à paciente.
– Afirma que isso vou ter que descobrir por mim mesma, pois faz parte de meu aprendizado (em muitos casos, nessa terapia, o mentor espiritual não revela a direção de vida ao paciente, para não prejudicar o seu aprendizado). Afirma também: “Segue o seu caminho, que irei te iluminar. Você precisa aprender, exercitar a dizer não às pessoas. Peça para sua mãe para fazer a oração do perdão à sua irmã abortada”.
Pede para eu ir em paz, orar sempre, e está agradecendo ao senhor, enquanto terapeuta (o meu papel como terapeuta, é buscar abrir o canal de comunicação entre o paciente e o seu mentor espiritual para que ele possa orientá-lo melhor acerca da causa de seus problemas, sua resolução, bem como se está no caminho certo a que se propôs antes de reencarnar).


Ele está indo embora em direção àquele grande foco de luz.

Medo de Amar

O coração é bastante grande para conter muito amor.
Quanto mais você o dá, mais você o tem.
– Victor Hugo.

Por que tenho medo da intimidade?

Por que tenho medo de me entregar?
Por que os meus relacionamentos amorosos não dão certo?

Essas são as perguntas mais comuns da maioria das pessoas que me procuram no consultório. A causa do insucesso amoroso está no medo de amar, no medo da intimidade, de se entregar. São tantas as mágoas, desilusão que se carrega do passado!
Em verdade, sua vida afetiva é péssima porque ainda está presa ao passado (embora, muitas vezes, não admita!) e existe em você uma quantidade enorme de desilusão. E o que acontece? Você cria uma resistência em se entregar. E isso impede que você tenha sucesso na esfera amorosa.

A maioria das pessoas não percebe que essas mágoas, desilusões advindas do passado, acabam afastando as pessoas boas, amorosas, que são capazes de amar. Os relacionamentos são ruins porque sua energia não é boa, isto é, você cultiva crenças negativas a respeito do amor. Muitos dos meus pacientes antes de se submeterem à regressão, não têm consciência dessas crenças.

Desta forma, o objetivo da TRE (Terapia Regressiva Evolutiva) – A Terapia do Mentor Espiritual – método terapêutico de autoconhecimento e cura criado por mim em 2006 – é fazer o paciente ver suas mágoas, feridas e decepções de seu passado, que o impedem de se entregar nos relacionamentos amorosos. Não há espaço para se realizar afetivamente se ainda está preso ao seu passado.
Em muitos casos, essas feridas se originaram de um passado mais remoto, em vidas passadas, e continuam abertas pelo fato de você ter sido criado num lar onde o desamor, a violência e o descaso estavam presentes.
Levine, um biólogo americano, numa investigação feita com ratos demonstrou que além do desenvolvimento físico, mental e social, também os processos bioquímicos são afetados pela ausência de estímulos e contato físico.
Ele fez a experiência com três grupos de ratos (filhotes), colocando-os em gaiolas separadas.

No 1º grupo (A), ele dava pequenas descargas elétricas; no 2º grupo (B), ele manuseava os ratos, isto é, pegava-os para colocá-los em outras gaiolas; e, no 3º grupo(C), ele simplesmente ignorou os ratos, não deu choque elétrico e nem os pegou, só deu comida e água.

Após três meses de experiência, adotando os mesmos procedimentos diariamente com esses três grupos de ratos, Levine os colocou juntos numa gaiola maior e observou o comportamento deles.

O grupo A (que levou descarga elétrica) demorou em explorar o novo ambiente, mas acabou buscando comida. O grupo B (o manuseado) imediatamente resolveu explorar o ambiente para buscar comida e o grupo C (ignorado) ficou encolhido, com os ratinhos amontoados entre eles, trêmulos, e, em nenhum momento, exploraram o ambiente.
Conclusão da pesquisa: Levine concluiu, portanto, que qualquer estímulo, ainda que negativo, é melhor do que nenhum.

Transpondo para nós, seres humanos, podemos dizer que um beijo é melhor que uma tapa, mas quando não o obtemos, pelo menos vamos buscar uma tapa, melhor do que a indiferença. Aqui explica, em muitos casos, o porquê da criança ir mal na escola, ficar doente, ter comportamentos agressivos em lares onde impera o desamor e, pior, a indiferença. Explica também o porquê de muitos casais cultivarem um relacionamento tóxico, doentio, na base da agressividade, violência, ofensas, maus tratos, etc.

Em verdade, nós incorporamos o modelo relacional de nossa família. Se você foi criado num ambiente de afeto, ternura, aceitação, reconhecimento, atenção e contato físico, a tendência será de se recriar esse ambiente saudável em seus relacionamentos social, conjugal, familiar e de trabalho.
Entretanto, se foi criado num ambiente familiar de pouco afeto, atenção, violência, de maus tratos e humilhação, a tendência é você desenvolver sensibilidade para reproduzir com as pessoas esses comportamentos destrutivos. Daí porque muitas pessoas, apesar de receberem elogios, atenção, carinho, não se sentem bem, ficam até agressivas ou mesmo bastante constrangidas.

Mulheres que apanharam muito dos pais na infância, tendem a receber com mais naturalidade a violência do marido.

Um estudo dos psicólogos da Vara da Infância e Juventude de São Paulo constatou que crianças espancadas tendem a se tornar futuros pais espancadores. Da mesma forma, crianças abusadas sexualmente tendem a se tornar adultos abusadores. Em verdade, muitos estupradores foram estuprados quando eram crianças.
Boa parte da amargura das pessoas tem algum problema grave na área da ternura. Neste sentido, a ternura tem uma força sobre as relações humanas e com a atrofia dela, você se torna seco. Sofre do que eu chamo de “secura de afeto”.
O pior é que muitas pessoas não percebem que são secas, isto é, são disfuncionais do ponto de vista amoroso. São aquelas que respondem só o necessário, não conseguem intimidade com ninguém. Como estão no auto-abandono, experimentam a dolorosa sensação de solidão.

Mas, o pior é a solidão a dois, isto é, o casal está junto fisicamente, porém, não se entrega, pois não sabe ser íntimo. São dois estranhos morando e comendo no mesmo teto. A solidão familiar é a mesma coisa: cada um em seu canto, não há proximidade física e nem tampouco afetividade. Não há espaço para diálogo, afeto, ternura, porque não há confiança mútua. Dar boas gargalhadas, um abraço bem redondo, cumplicidade, elogios, reconhecimento, não há nessa família. O intercâmbio de toques positivos é desestimulado.

Toques positivos são aqueles que convidam às pessoas que os recebem a sentirem-se bem. Atuam no sentido de valorizar, qualificar, aprovar, aceitar e incentivar o crescimento e aumentar a autoestima. Ex.: “Eu te amo”; “Adoro sua companhia”; Você é muito importante para mim”.

Toques negativos são aqueles que criticam, reprovam, diminuem ou rejeitam às pessoas, convidando-as a sentirem-se mal. Por isso, agem no sentido de desestimular ou mesmo bloquear o desenvolvimento das potencialidades individuais e baixam a autoestima. Ex: “Eu te odeio!”; “Suma da minha frente!”; “Não tenho tempo para perder com você!”.
Não obstante, não importa de que família você vem. O mais importante é se tornar uma “pessoa de transição” em sua própria família. Ser uma “pessoa de transição” significa barrar em você a transmissão dessas tendências negativas que lhe foram passadas pelos seus pais e não reproduzi-las às outras pessoas.

Se você veio de uma família mal humorada, extremamente crítica e condenadora, deve mudar isso e se tornar uma pessoa mais amorosa primeiramente consigo mesma, permitindo-se ser mais alegre, levar a vida de forma mais ‘light’, aprender a se elogiar e elogiar às pessoas. Terá de exercitar mais, até que se torne livre dessas tendências, dessas inclinações negativas. Então, você terá se transformado numa “figura de transição” em sua família.

Caso Clínico: Medo de ser feliz
Mulher de 51 anos, casada.

Veio ao meu consultório me indagando sobre o porquê de tanta infelicidade em sua vida. “Tudo é complicado e difícil em minha vida”, disse a paciente. Ela me relatou que havia contraído inúmeras doenças e se submetido a 11 cirurgias (três para tirar miomas e oito para extirpar as trompas, ovário, seios e vesícula). Sofria de hipotireoidismo, anemia crônica, problemas nas pernas (febre reumática), osteoporose e dificuldade de andar por conta de um acidente de carro (colisão). Recentemente, caiu e fraturou o braço esquerdo. Já teve embolia pulmonar e parada cardio-respiratória, ficando 32 dias em coma; felizmente, não teve nenhuma sequela.

Para terminar de relatar a lista de doenças que teve, disse-me que já havia tido também pancreatite aguda e foi submetida duas vezes à cirurgia de intestino.

Não tinha um sono profundo, cochilava e costumava acordar assustada. Tinha problemas de insônia e quando chegava de madrugada, perdia o sono e não conseguia mais dormir. Ela me relatou que sentia uma tristeza profunda desde criança. Disse-me que quando criança também contraiu quase todas as doenças infantis.
Portanto, queria entender o porquê de tantas doenças, essa tristeza profunda e angústia que a perseguiam desde criança.

Ao regredir, ela me disse: “Estou entrando num porão… É uma vida passada. Sinto um cheiro de coisa velha, estragada, de mofo. Sinto também falta de ar, estou passando mal (paciente começa a respirar de forma ofegante).
Vejo um corredor, ando nele para chegar ao porão. Tem uma mesa, minha mãe dessa vida passada está lá. Tem uma mulher deitada na mesa… Oh, meu Deus! (começa a chorar e gritar).

Minha mãe tira a criança, está fazendo um aborto. A moça está deitada, cheia de sangue, grita muito… Minha mãe tirou a criança.
Mas não é só uma criança, ela abortou muitas crianças… Essas crianças vão me culpar. Que cheiro, meu Deus! (chora copiosamente).
Eu a ajudei na prática desses abortos, enterramos muitas crianças… Eu também tirei um nenê, pois estava grávida. O pai da criança não quis ficar comigo. Eu não tinha como cuidar dela. Eu tirei um nenê de três meses, por isso seu espírito ainda hoje me odeia.

Minha mãe me falou que tínhamos que ganhar dinheiro praticando abortos. A gente tirou muitas crianças, elas estão com muita raiva de mim. Eu escuto o choro delas! (paciente fecha os ouvidos com as mãos). Minha mãe é uma mulher gorda, grandona, suja, cabelos desarrumados. Ela é muito feia. Vejo muitos espíritos escuros do lado dela (seres desencarnados obsessores das trevas).

Sou muito magra, minhas mãos são muito grandes, cheias de calos, muito sujas”.(pausa).

– Peço para que a paciente prossiga na cena.
“Eu tenho que parar com tudo isso. A minha mãe está no porão. Se ela sair do porão vai continuar a matar mais crianças. Eu tenho que prendê-la… Vou fechar o porão lacrando a porta”.
– O que foi que aconteceu com a sua mãe? – indago-lhe
“Fechei a porta, ela está presa lá dentro. Ela não vai mais poder fazer mal a ninguém. Estou do lado de fora. Eu saí do porão, mas não tenho para onde ir, estou sem destino.

Agora, estou correndo e caí, bati a cabeça numa pedra… Foi aí que eu morri”.

– Peço-lhe que me descreva o que aconteceu com ela depois de sua morte física?
“Estou fora do meu corpo. Sinto muitas mãos querendo me pegar. Estou num lugar escuro, cheio de fumaça. Tem uma mulher vindo em minha direção. Oh, meu Deus! É a minha mãe. Ela morreu no porão. Ela está com muita raiva de mim… Vejo gente caída, atolada, elas ficam pondo a mão em mim (paciente estava descrevendo o plano espiritual inferior, das trevas).

Eu preciso sair daqui… Socorro! Socorro! (ela começa a chorar e a gritar). A minha roupa está suja, não consigo nem andar”.

– Peço-lhe que avance mais para frente nessa cena.
“Vejo agora duas pessoas, um casal, que me tira desse lugar. São seres de luz, espíritos socorristas. Eles estão me levando e falam que tenho que dormir porque estou muito cansada. Estou com sono e muito machucada. Eles falam que preciso me curar. Falo que não mereço dormir, pois tirei o meu nenê, matei minha mãe e muitas crianças. As vozes, os choros dessas crianças que matei falam que nunca vão me perdoar. Será que um dia Deus me perdoa?
Agora, estou dormindo. Estou num quarto, é tudo claro (ela estava descrevendo o plano espiritual de luz).

Vejo uma mulher, uma senhora de cabelos esbranquiçados… Ela diz que é a minha mentora espiritual e está vestida de azul. Fala que vou ver algumas pessoas. Estou flutuando, é noite, estou num lugar, não estou mais machucada. Estou dentro de uma casa. Essa senhora está comigo e diz que vou morar nessa casa.
É uma casa grande, está todo mundo comemorando alguma coisa, mas ninguém vê a gente. Vejo uma mulher grávida. A minha mentora espiritual revela que essa mulher será a minha futura mãe e vou vir de novo à vida terrena (reencarnar). Está todo mundo comemorando a gravidez dela. As pessoas escrevem seus nomes num livro. Na capa do livro está escrito: 1964(ano que a paciente nasceu na vida atual).
Eu estou com medo, não quero voltar. Se voltar tenho medo de errar novamente. Lá no porão, eles (os espíritos das crianças) falaram que Deus vai me castigar. E se eu reencarnar novamente, Deus vai me castigar. Mas a minha mentora espiritual me diz que vou ter que voltar… Por que tenho que morar nesta casa? Nem conheço essa moça (mãe da vida atual). Quero ir embora, eu tenho que dormir, não quero voltar, eu já falei! (fala com raiva, gritando).
No lugar onde estava (plano espiritual de luz) eu me sentia bem, eu ajudava no jardim, gostava da biblioteca, lia muito. Não quero mais voltar! Eu quero ficar lá!(grita)”.

– Peço, em seguida, para que ela se sinta no 1º trimestre de gestação no útero de sua mãe na vida atual.
“Quero ir embora. Minha mãe fica chorando porque tem medo de me perder. Eu quero ir embora, sair daqui! (começa a gritar).
Aquela senhora, minha mentora espiritual, que cuidou de mim no astral fala para ter paciência, que é para o meu bem reencarnar novamente. Mas não quero ficar aqui. Minha mãe chora porque tem medo de me perder. Mas nem a conheço!

– Vá agora para o 2º trimestre de gestação, peço-lhe.
“Que lugar apertado! É muito apertado! Eu preciso sair desse lugar. Eu quero sair daqui, que droga! (esmurra o divã). Quero ir embora, voltar para minha casa (mundo espiritual)”.

– Vá para o 3º trimestre de gestação, peço-lhe novamente.
“ Minha mãe está feliz, mas eu não. Sinto que não vou ser feliz porque pequei, Deus vai me castigar”.

– Vá para o momento de seu nascimento, peço-lhe.
“ Eu me sinto triste, quero ir embora, não quero nascer”.

– Qual o seu propósito de vida nesta encarnação atual? – pergunto-lhe.
“ A minha mentora espiritual me diz: – Você precisa se perdoar. Se você se perdoar irá sentir que Deus te perdoou… Agora me vejo deitada no berço… Sinto a presença de minha mentora espiritual nos momentos mais difíceis de minha vida atual”.

Após passar por mais quatro sessões de regressão, a paciente me disse que estava se sentindo muito bem, pois compreendeu que o seu maior desafio na vida atual era se perdoar, e que essas doenças que contraíra, foi uma forma de se autopunir. Na verdade, não era castigo de Deus, mas, sim, sua alma que estava lhe cobrando pelo que fizera nessa vida passada. Ao encerrarmos o nosso trabalho, ela me confidenciou algo que me deixou muito feliz: resolveu construir um orfanato para reparar seus erros do passado.

 

 

 

 

 

 

Vocês reencarnaram para ficar juntos

Assim como a alma passa, neste corpo,
pela infância, juventude e a fase adulta,
de igual maneira ela toma outro corpo.
O sábio não estranha tal coisa. Tal como uma
pessoa despe a roupa velha e veste outra
nova, a alma encarnada deixa os corpos
gastos e veste outros que sejam novos.

Krishna Avatar – Bhagavad Gita.

Nem o tempo, nascimento, morte ou reencarnação podem separar aqueles que formaram um profundo elo emocional, espiritual ou físico em seu passado.
Em todo o meu trabalho com a TRE (Terapia Regressiva Evolutiva)- A Terapia do Mentor Espiritual – método terapêutico de autoconhecimento e cura criado por mim em 2006, milhares de homens e mulheres passaram pelo meu consultório para resolver também seus problemas conjugais, e, apenas em alguns casos, não consegui estabelecer um elo de vidas passadas. Por isso, não tenho nenhuma dúvida em afirmar que muitos casais nesta vida atual já estiveram juntos também em vidas passadas. Portanto, se você está intimamente envolvida (o) por alguém, são grandes as chances que vocês tenham estado juntos em outra época e em outro lugar.
Explica o porquê de muitos casais ao se conhecerem na vida presente, sentirem uma forte atração e afinidade um pelo outro. Em muitos casais a afinidade e o entrosamento são tão grandes que basta um olhar para que o outro saiba o que quer.
Não precisam de muitas palavras para se entenderem. Há felicidade nesses relacionamentos porque ambos aprenderam suas lições do passado e estão nesta encarnação para outras experiências de crescimento e de evolução.
Portanto, essa felicidade não veio por acaso, mas como fruto de várias encarnações juntos, muitas vezes traumáticas, pelas quais adquiriram sabedoria e amor em seus relacionamentos.

Por outro lado, há aqueles cujo relacionamento é instável e cheio de conflitos. São relacionamentos truncados, difíceis e dolorosos que não atam e nem desatam. E por mais que ambos tentem sair desse relacionamento, não conseguem por conta do vínculo de amor e ódio que se criou entre o casal.
Nesses relacionamentos conturbados, frequentemente a Terapia Regressiva Evolutiva (TRE) – através de seu mentor espiritual – revela a causa desse conflito, permitindo que ambos aprendam a fazer suas mudanças internas.
Neste aspecto, se o casal reage a uma crise conjugal de forma positiva, buscando mudar seus pensamentos, sentimentos e atitudes a respeito do (a) parceiro (a), estará desintegrando o carma que existe entre os dois. Todavia, se ambos reagem de maneira negativa, com amargura, ressentimento, ódio ou desejo de vingança, colherão os frutos do carma negativo, porque ainda não aprenderam suas respectivas lições.

Mas que lições?
É a pergunta que os pacientes costumam me fazer. Ao passarem pela regressão, muitos se recordam que antes de reencarnarem na vida atual, conversaram com o seu mentor espiritual (ser desencarnado de elevada evolução, que responde diretamente pelo nosso aprimoramento espiritual) que os ajudou a planejar as lições necessárias à vida presente. Neste propósito de vida estão envolvidas outras pessoas que também irão reencarnar na mesma época, de tal forma que essa interação cármica, dará oportunidade a todos de fazerem suas próprias mudanças.
Sendo assim, muitos encontros estão predestinados a acontecer em sua vida como lições para o crescimento de sua alma. Em muitos relacionamentos conjugais, o matrimônio está destinado a chegar positivamente ao fim se o casal tiver aprendido tudo o que tinha de aprender. Em determinados casos, passar pelo divórcio é o único motivo pelo qual duas pessoas vieram juntas. Em verdade, eles predeterminaram essa situação no espaço entre vidas (mundo espiritual) como um teste para a evolução de suas próprias almas, isto é, de se separarem amigavelmente na vida terrena.

Como diz a escritora brasileira Lya Luft, autora do Best- Seller Perdas & Ganhos : “O fim de um casamento não precisa ser o fim de uma relação”.

Visto por esse ângulo, muitos casamentos desfeitos podem se transformar numa grande amizade.

Entretanto, se o divórcio envolver ações e emoções negativas, certamente ocasionará um carma negativo do casal. O mesmo irá ocorrer se os cônjuges mantiverem um casamento infeliz na base do ressentimento, hostilidade e desavenças constantes.
Mas, para se quebrar um ciclo cármico, é necessário que o casal exercite a humildade e se despoje do orgulho e da prepotência para finalmente mudar suas atitudes.

CASO CLÍNICO
Medo de se separar do marido.
Mulher de 40 anos, casada.

 

Veio ao meu consultório por sentir-se insegura em se separar do marido.
Queria saber o que a prendia ainda nesse relacionamento, já que não o via mais como homem. Dormiam em quartos separados há 10 anos. Portanto, não havia mais nenhum relacionamento sexual entre eles. Embora não o visse mais como homem, tratava-o com carinho como se fosse seu filho. Numa hora pensava em se separar dele, noutra hora, não. Arrumava suas coisas para ir embora e na hora H, desistia. O medo de machucá-lo estava muito presente, daí sua dificuldade de tomar uma decisão.
Na 1ª. sessão de regressão, a paciente começou a gritar aos prantos:
– Meu filho! Eu quero o meu filho… Levaram o meu filho. Levaram embora o meu filho. Ele é um bebê… estava em casa. Eu estava deitada na cama…

- Peço-lhe que me descreva sua aparência física.
– Sou clara, estou com os cabelos desarrumados. Moro num lugar simples, numa casa simples. Estou num quarto, só tem uma cama e uma mobília com gavetas. Ele era um bebê, não sei por que o levaram? (chora convulsivamente).
Ele estava enrolado num lençol. Morávamos eu e o meu bebê… Agora ele não está mais comigo. Estou sozinha. É muito ruim ficar sozinha. Eu quero o meu bebê de volta! (grita, chorando copiosamente).
– Você sabe quem pegou o seu bebê? – Pergunto-lhe.
– Ele tinha nascido há poucos dias. Eu mal o peguei nos braços. Meu pai me disse que eu não tinha condições de criá-lo. Ele não queria que eu andasse na cidade com um filho nos braços, sem marido. Ele não queria ouvir comentários de que sua filha solteira estava grávida. Foi por isso que ele me mandou para essa casa, distante da cidade. Antes eu morava com ele e as minhas duas irmãs.
Quando ele descobriu que eu estava grávida, me mandou para esta casa, longe dos olhos dos moradores da cidade. Logo que o meu bebê nasceu, ele foi me visitar. Estava deitada e acabei dormindo. Ao acordar, não os vi mais. Fui implorar para que ele devolvesse o meu filho. Disse-lhe que não iria depender dele para criá-lo, mas ele não me ouviu… Eu nunca mais tive notícias de meu filho.
– Avance nesta cena anos depois, peço-lhe.

– Após 20 anos é que vi o meu filho. Quando estava andando na cidade, vi um rapaz muito parecido com o pai do meu bebê. Alto, cabelos escuros, pele morena, muito bonito. Ele estava conversando com outros dois rapazes aparentando a sua idade. Ele despertou a minha atenção. Eu o segui e ele entrou numa casa grande, um jardim enorme com muitos empregados. Reconheci a casa porque uma das empregadas me conhecia. Pedi para que ela informasse e descobrisse se ele era realmente o meu filho. Ela ficou atenta nas conversas que escutava dentro desta casa. E numa dessas conversas, ela soube que ele era filho adotivo. Os donos desta casa eram pessoas de posse e foram eles que o criaram. Eu o observo de longe. Tenho medo de me aproximar dele. Ele não sabe que é filho adotivo. Se eu lhe contar que sou sua mãe verdadeira, tenho medo de sua reação, de não compreender o que aconteceu. Mas me sinto feliz por ele estar vivo; por outro lado, me sinto triste por não poder me aproximar dele. Sou muito pobre e ele foi criado por uma família abastada. Ele não vai me aceitar como sua mãe.
Por isso, eu só fico observando- o. Eu sofro por ele estar perto e não poder abraçá-lo. No entanto, eu já me acostumei a ficar só.
Eu levo uma vida muito simples. Presto serviços lavando roupas dos moradores da vila onde moro. Agora estou com um pouco mais de idade. Minha saúde ainda é boa, uso avental, cabelos pretos com um lenço na cabeça…  O ano é 1846. Não posso destruir a vida dele, não posso tirar as coisas que ele tem, por isso eu só o observo de longe. (pausa).
– Peço-lhe para que avance nessa cena bem mais para frente, anos depois.
– Meu filho está mais velho, ele está com 37 anos. Há 37 anos que não o abraço. Ele constituiu uma família. Sua esposa e seu filho são muito bonitos. Eu o vejo passeando com o seu filho pela cidade. Meu neto é lindo! Tem os cabelos claros, deve ter por volta de 6 anos. Ele é bonito, se parece com o pai… Vejo-me agora velha, cansada, meus cabelos já estão grisalhos. Não consigo mais andar direito. Não tenho mais forças para ir até a cidade para ver o meu filho.
– Vá agora para o momento de sua morte, peço-lhe.
– Estou deitada na minha cama. Estou só. Fico pensando que se eu tivesse contado toda a verdade para ele, não estaria só. Eu vou morrer e não irei mais vê-lo (chora copiosamente). Sinto muita solidão, medo de não vê-lo mais… Acabei morrendo.
– Veja o que aconteceu com você após sua morte física? – peço-lhe.
– Meu corpo fica lá durante vários dias. Ninguém sabe que eu morri. Não posso ir embora porque vou ficar sem o meu filho…
Passaram-se muitos dias até que alguém descobre o meu corpo. Agora é hora de eu ir embora, preciso ir. Vou descansar… Não vejo mais nada.
Antes de encerrarmos essa sessão de regressão, perguntei-lhe: – Você consegue identificar na vida atual alguém de seu convívio que seja o seu filho dessa vida passada?
– Sim, é o meu marido. Agora fica claro o porquê dessa insegurança em me separar dele. Não posso deixá-lo porque sofri muito quando o meu pai daquela vida passada me separou dele. Agora, na vida atual, o encontrei de novo… Mas sinto (intuo) que chegou a hora de cada um seguir o seu caminho. É assim que tem que ser. Vejo um ser de luz, é o meu mentor espiritual… É ele que está me dizendo isso.
Após passar por mais quatro sessões de regressão, a paciente tomou a firme decisão de se separar de seu marido. Felizmente, a separação foi amigável sem mágoa ou ressentimento de ambas as partes.

Uso da intuição na Terapia Regressiva Evolutiva

O ser humano tem à sua disposição
o potencial de uma variedade tremenda
de poderes intuitivos. Há bastante evidência
de que somos mais sábios do que
os nossos intelectos. Nós estamos aprendendo
como é triste o fato de termos
negligenciado a capacidade de nossa
mente não racional criativa, intuitiva, que
corresponde à metade direita do nosso cérebro.
– Carl Rogers

Segundo o dicionário Aurélio, intuição é “o ato de ver, percepção clara, direta e imediata de verdades sem necessidade da intervenção do raciocínio”. Em outras palavras, intuição é “a apreensão direta e imediata de algo, de uma forma não racional”.

É ver algo com olhos de primeira vez; é a primeira impressão que nos causa. Em grego, intuição significa “olhar”.
Da mesma forma, a parapsicologia a define como visão que parece vir do fundo da alma. Uma revelação que não depende da razão.
É um estado alterado de consciência e faz parte da P.E.S. (Percepção Extra- Sensorial) como a telepatia, clarividência, clariaudiência, etc.

Spinoza, Kepler, Pascoal, Thomas Edison, quando estavam em estado alterado de consciência, em alfa, faziam descobertas melhores. Beethoven, embora surdo por ter contraído uma doença venérea (sífilis), escutava zumbidos e compunha assim suas músicas que o consagraram na história.

Freud, o pai da psicanálise, também jogava Tarô e, no fim de sua vida, chegou a usar a intuição dentro de sua prática psicanalítica. Ele dizia que o terapeuta, ao escutar o paciente, tinha que deixar a atenção flutuante, isto é, estar atento não só no que o paciente falava, mas também na forma como ele falava, observando sua postura corporal, entonação de voz, maneirismos, expressão facial, o olhar, etc.

C. G. Jung, discípulo de Freud, definiu a intuição como “percepção via inconsciente que se dá em forma de símbolos”.

Certa ocasião, ao atender uma paciente na entrevista de avaliação, senti que ela estava omitindo alguma coisa, embora tivesse me dito detalhadamente o motivo que a tinha levado a me procurar no consultório. Não obstante, sentia que não era esse o seu verdadeiro problema. Enquanto ela falava, resolvi fechar os meus olhos por um momento e, mentalmente, perguntei ao meu Eu Superior qual era o verdadeiro motivo que a levou a me procurar. Após um breve espaço de tempo, veio a imagem de uma boneca estraçalhada.

Sem saber o significado dessa imagem, perguntei novamente ao meu Eu Superior, qual era o significado dessa imagem. Subitamente, veio à minha mente a palavra aborto. Era isso. A paciente tinha praticado um aborto e, provavelmente, estava constrangida em me falar disso.
Resolvi interrompê-la e lhe disse: – Vamos ser objetivos. O verdadeiro motivo que a fez me procurar é o seu sentimento de culpa por ter feito aborto, não é?
Atônita, a paciente desatou a chorar.
Após chorar copiosamente, perguntei-lhe se estava mais calma e se gostaria de comentar a respeito do ocorrido. Ela me respondeu: – Obrigado, agora estou mais aliviada. Você não sabe o quanto isso tem me incomodado. Na verdade, eu queria ter a criança, mas na época eu tinha 16 anos e a minha mãe me obrigou a tirar o bebê. Fiquei confusa, não sabia se tirava. Acabei tirando porque minha mãe me pressionou muito. Mas o remorso e a culpa me perseguem até hoje.

No final da entrevista, após a paciente ter desabafado, disse-lhe que precisava se perdoar, libertar-se dessa culpa, soltar o passado, e que a TRE (Terapia Regressiva Evolutiva) – A Terapia do Mentor Espiritual – Método terapêutico de autoconhecimento e cura, desenvolvido por mim em 2006, iria ajudá-la no seu processo de auto-perdão. Ela concordou prontamente em se submeter a essa terapia.

Em verdade, a capacidade intuitiva do ser humano tornou-se algo mágico porque foi constantemente reprimida. Por natureza, a mente humana tem uma faculdade intuitiva – também chamada de sexto sentido – e tal faculdade não é privilégio de uma minoria. Aliás, muitos estudiosos do assunto falam até em 7º, 8º e 9º sentidos, mas que na psiquiatria convencional, tais faculdades são erroneamente rotuladas de anômalas, ou seja, são distúrbios psiquiátricos.

Na civilização ocidental, fomos ensinados a valorizar e mesmo a venerar o lado lógico, racional e a rejeitar, depreciar, ou mesmo negar a intuição. Desta forma, a nossa educação é muito voltada para o racional e técnico. Por esta razão cultura, arte, literatura e o próprio lado espiritual não são muito valorizados e estimulados.

Neste aspecto, é muito importante desenvolver a mente racional junto com o lado intuitivo no processo de aprendizagem da criança.

O que será do meu futuro se tomar tal decisão?


Usando apenas o nosso intelecto, não será possível respondermos a esta pergunta, pois nossa mente racional funciona como um computador – ela processa os dados e tira suas conclusões baseada nessa informação. Por isso, ela é muito limitada, superficial e não tem profundidade. A mente intuitiva, por outro lado, é profunda e seu conhecimento é ilimitado.
No entanto, é necessário como tudo na vida, certa prática para ouvir e confiar em nossa intuição, nesta sutil voz interior.

Somos um canal das forças espirituais, mas precisamos dominar o nosso ego (medos, dúvidas, incredulidade), pois nossa cultura recalca essa orientação interior (inteligência universal).
Esta orientação interior não é algo racional que se manifesta pelo pensamento lógico-matemático do 8 ou 80. É por isso que muitos pacientes ao se submeterem à TRE, encontram dificuldades no início do processo regressivo porque sua mente racional, crítica e analítica, questiona, duvida se o que está revivendo são experiências de vidas passadas ou somente fruto de sua imaginação.
Em verdade, a regressão faz o paciente conectar-se com o mais profundo de seu Eu. Ou seja, ele entra em três níveis psíquicos: o consciente (o ego), o inconsciente e a consciência superior (Eu Superior, que é a sua alma, seu espírito).

CASO CLÍNICO:
Medo de se perder e ficar sozinha.
Mulher de 28 anos, solteira.

Veio ao meu consultório por conta de sua insegurança em enfrentar situações novas. Ficava muito ansiosa e insegura de ir num lugar novo ou distante e não saber voltar para sua casa. Entrava em pânico ao sair de carro sozinha com medo de se perder.
Ao se perder, ficava paralisada, travada, não conseguia sair do lugar, tinha dificuldades de tomar uma decisão em função do medo intenso que a dominava. Sentia-se totalmente desorientada.
Ao regredir, ela me relatou: ”Sinto um vazio, parece que estou perdida… É uma vida passada. Vejo mato, só mato. Sou criança, tenho sete anos e estou sozinha. Estava brincando na aldeia e me perdi dos meus pais. Agora estou muito longe dessa aldeia (fala de forma ofegante e tom de voz choroso). Sinto medo, eu me perdi. Mas eu não saio do lugar. Espero que alguém me encontre, mas ninguém chega”.
– Como você é fisicamente? – Pergunto-lhe.
“ Sou uma índia, cabelo curtinho e magrinha… Eu continuo perdida e não me mexo. Fico esperando alguém me encontrar…”.
– Regrida antes dessa cena para entender melhor o que foi que aconteceu para você se perder dos seus pais? – Peço-lhe
“ Vejo agora uma floresta, meus pais e eu saímos da aldeia para caçar. Estou brincando sozinha no rio. A correnteza do rio é muito forte e acabou me levando… Agora eu estou na floresta. Meus pais me procuram. Sinto muito medo, está escuro (começa a chorar). É noite, ninguém me encontra, começo a andar. Eu só vejo mato…
Oh, meu Deus! (grita e chora desesperadamente)”.

- O que foi que aconteceu? – Pergunto-lhe.
“ Um animal me atacou, é uma onça… Eu morri!! (chora copiosamente)”.
– Quais foram seus últimos pensamentos e sentimentos no momento de sua morte? – Peço-lhe.
“ Ninguém me encontrou, onde estão os meus pais? Senti muito medo, me deixaram sozinha. Eu não morri na hora… Ela (a onça) foi me comendo aos poucos. A onça me puxou pelo pescoço e me levou numa caverna. Ainda estava consciente… Só via o escuro… Foi nessa caverna que morri. Agora entendo o porquê dessas dores constantes no meu pescoço na vida atual (paciente se submeteu às sessões de RPG – Reeducação Postural Global)”.
– Veja o que aconteceu com você após sua morte física? – Peço-lhe.
“ Vejo uma mulher de branco, ela me abraça. É a minha mentora espiritual (ser desencarnado de elevada evolução espiritual responsável diretamente pelo nosso aprimoramento espiritual).

Estou agora me sentindo segura. Ela é bonita, tem um rosto angelical. Ela cuida de mim. Vejo um jardim bonito, muito iluminado…É do plano espiritual. Estou com ela sentada num banco. Ela me diz que preciso retornar à vida terrena, reencarnar novamente. Eu não quero, tenho medo de me perder novamente. Ela me diz: “É preciso retornar. Você ainda não terminou seu propósito de vida”.
– E qual é o seu propósito para a vida atual? – Pergunto-lhe.
– Diz que é ser eu mesma, acreditar em mim, ajudar espiritualmente as pessoas. Mas eu preciso ter fé em mim, nas pessoas e na vida. Ela me diz: “Você está indo por esse caminho, continue orando. Você vai encontrar o seu dom, o seu talento e saberá no momento certo. Você se perdeu, ficou desorientada, mas está encontrando o seu caminho, siga em frente. Seja forte, ouça mais o seu coração, a sua intuição. Agora, ela me dá um beijo. Diz ainda: “Você é luz, nasceu para brilhar, mas andaram te apagando”.
– Quem te apagou? – Pergunto à paciente.
“ Fala que foi minha família. Mas me aconselha a acreditar mais em mim e diz que Deus está comigo.
Agora estamos caminhando num jardim e tem outras crianças. Ela me deixa com essas crianças. Antes de ir embora, ela me disse novamente para ser eu mesma, acreditar mais em mim”.

No final dessa regressão, a paciente me disse, emocionada, que estava se sentindo muito bem. Ela apresentava um semblante de profunda serenidade, mesclada com surpresa e alegria interna.
Após ter feito mais quatro sessões de regressão, ela me disse que não se sentia mais desorientada ou mesmo em pânico quando se perdia.

 

 

Somos todos companheiros de uma mesma jornada

“Às vezes, imagino a vida como uma viagem de trem, feita com companheiros que a compartilham em determinados trechos. Quando nasci, entrei no trem em que estavam meus pais. No meio da minha viagem nasceram meus filhos. Há pouco tempo meu pai deixou o trem e, com sua partida, a dor mudou a maneira de fazermos a viagem. Mas o trem continuou… Quando juntos, cada um dos companheiros de viagem faz suas descobertas e procura passá-las para os outros, sabemos que a riqueza da luz se amplia quando é compartilhada”.
– Roberto Shinyashiki.


Todas as pessoas com as quais já convivemos, estamos convivendo e iremos conviver são, na verdade, companheiros de viagem. A verdade nos ensina que ninguém se realiza e nem caminha para realização, sem os outros, mas para que isso aconteça, ninguém pode exigir que os outros (pais, filhos, marido, mulher, amigos, etc.) lhe carreguem a existência, isto é, caminhem por você nas estradas da vida.

Os outros serão nossos cooperadores, intérpretes, associados e companheiros, enquanto isso se fizer necessário, ocorrendo o mesmo conosco, em relação a eles. Em vista disso, ame as pessoas sem prendê-las.

É possível que chegue um dia em que tanto você quanto essas pessoas não consigam mais permanecer inteiramente juntas em face das novas tarefas que a vida venha lhes reservar.

Enquanto a viagem durar, todos irão adquirir experiências e se aprimorar mutuamente. Aceite-os  como eles se mostram sem querer modificá-los.

As pessoas não nos pertencem. Deixe-as viver e siga adiante na construção de uma vida melhor em ti mesmo. Quando uma relação acaba – qualquer relação – você deve agradecer à vida pela oportunidade de ter tido esse relacionamento.

As pessoas vêm, vão, e levam um pedacinho de você. Se você ficar apegado (a) pelo fato do seu casamento não ter dado certo, por exemplo, vai impedir o seu próprio crescimento, a sua evolução.


Enquanto durou, ambos aprenderam.

 

As pessoas são passageiras em nossas vidas. No entanto, se você viver em função do passado, se olhar para trás (e continuar…), vai virar uma “estátua”. O apego de se olhar para trás é que atrapalha sua vida, te paralisa, impede-o (a) de viver.

Permita ser feliz, se deixe ser feliz. Abra seus olhos, deixe sair essa criança maravilhosa que está dentro de si. Tire todo o peso das costas, seja mais relaxado (a), menos tenso (a), tenha um rosto mais alegre, sorridente. Felicidade é tudo o que está à sua volta.

Se você passar a gostar verdadeiramente de si mesmo (a) ter autoestima, tudo vai melhorar em tua vida. Viva o hoje.

Por outro lado, se você muda e a outra pessoa não mudar, haverá uma ruptura, uma separação. Nunca se culpe por tomar uma decisão. Faça a sua parte, que o universo faz o resto.

 

Caso Clínico:
Fobia Social
Homem de 32 anos, casado.

Veio ao meu consultório por conta de sua fobia social, isto é, sua dificuldade, medo de expressar o que pensava e sentia no seu relacionamento com as pessoas. No seu trabalho, principalmente, ficava com insônia em função de seu medo de ter que se expor nas reuniões de grupo na empresa onde trabalhava. Ficava nervoso, constrangido, ansioso e confuso ao ter que expor suas ideias. Tinha muito medo de ser criticado pelo grupo. Em reuniões sociais, não costumava prolongar uma conversa, pois não deixava que as pessoas o conhecessem melhor. O medo da proximidade, da intimidade, lhe era muito ameaçador.

Numa festa, por exemplo, sentia-se deslocado, ficava isolado, não conseguia se enturmar e sempre encontrava uma desculpa para fugir do ambiente que lhe causava tensão e constrangimento.

Ao regredir, ele me relatou: – Estou vendo uma igreja… É uma vida passada, devo ter uns 13 anos. Eu me vejo sendo levado lá à força pelos meus pais. Não quero entrar na igreja, não gosto porque não entendo nada do que o padre fala. Ele fala em latim. É cansativo ficar lá dentro.

– Perceba como você se sente? – Pergunto-lhe.

– Eu me sinto preso e constrangido (pausa). A missa termina, vamos embora e meus pais me arrastam com violência. Eles me prendem no quarto. Falam que se eu continuar assim, não vou mais sair desse quarto. Eu me sinto preso e assustado. As paredes estão me aprisionando. Eu quero sair, começo a ficar desesperado, mas eles não me tiram. Eu subo na janela e começo a gritar. Eles me batem, mandam-me parar de gritar. Eu invento uma estória para sair. Falo que quero ser coroinha da igreja. Só assim eles me tiram do quarto. Aí eu penso: – como vou fazer agora? Se eles descobrirem que eu menti só para sair do quarto? Eu uso a mentira para sair do quarto e fugir. (pausa).

Eu me vejo agora acompanhando os meus pais até a igreja. Na hora que tive oportunidade, fugi. Fico com medo de Deus, porque o padre dizia que se eu fosse contra os meus pais, Deus iria me castigar (pausa). Agora me vejo andando pela cidade. Eu me arrependo, quero voltar para casa, mas acabo não voltando. Vou me fechando cada vez mais. Eu vou mentindo quando as pessoas me perguntam de onde eu venho (pausa).

– Avance alguns anos para ver o que acontece com você nessa vida passada? – Peço-lhe.

– Agora estou com 16 anos. Eu trabalho na estrebaria de uma taberna. O dono do recinto é uma pessoa estudiosa, tem vários livros. Ele me ensina assuntos de física, astrologia, natureza, filosofia de Platão, Aristóteles. Ele percebe que eu minto a respeito de minha vida. Diz para eu não ter medo, que podia confiar nele. Fui aprendendo os ensinamentos passados por ele. Estudava latim porque todos os livros eram escritos nesta língua. Comecei a questionar os ensinamentos dos padres, pois eles estavam errados. Vejo agora a taberna sendo invadida pelas Cruzadas (eram expedições de cristãos para libertar a Terra Santa – atual Palestina – dos turcos (muçulmanos), e eram patrocinadas pela Igreja Católica (Papa). O nome Cruzadas é porque os cristãos teciam a cruz de Cristo em suas roupas, simbolizando o voto de fidelidade à Igreja Católica).

O dono é levado embora para ser queimado na fogueira. É a época da inquisição (tribunal eclesiástico também chamado de Santo ofício, instituído pela Igreja Católica no começo do século XIII com o intuito de investigar e julgar sumariamente pretensos hereges e feiticeiros que iam contra os dogmas da Igreja Católica. Aqueles que eram condenados cumpriam as penas que podiam variar desde a prisão temporária ou perpétua até a morte na fogueira, onde os condenados eram queimados vivos em plena praça pública).

 

Todos os livros, cujo conteúdo ia contra as ideias, dogmas da Igreja Católica, eram apreendidos e queimados juntos com os donos desses livros. Eles não me pegaram porque eu estava fazendo limpeza na estrebaria. Vejo a casa toda revirada. Levaram todos os livros e só restaram os que estavam comigo. Fiquei assustado, peguei os livros e fugi. Em outra cidade, arrumei um emprego na mesma função. Um dia o dono, desconfiado, abriu a minha mala, viu os livros e me entregou ao padre da cidade. Os padres das Cruzadas me prenderam dentro de uma carroça e me levaram para julgamento. Havia outros presos dentro da carroça. Eles ficavam cutucando a gente com um pedaço de pau para entrar mais presos (pausa).

– Prossiga na cena, peço-lhe.

– Na carroça vêm recordações de meu pai me batendo, eu mentindo para ele. Fico confuso, começo a bater a cabeça nas grades da carroça. Minha cabeça começa a sangrar. Eles me tiram da carroça, amarram as minhas mãos e os meus pés para que eu não morra dentro dela. Eles querem que eu morra na fogueira (pausa). Estamos nos aproximando agora de uma arena. Vejo uma platéia. A arena é antiga, mas não é em Roma. A arquibancada é feita de madeira. É um lugar pequeno, deve ter umas 100 pessoas. Elas estão sentadas nessas arquibancadas. Eles me soltam da carroça, me batem nos joelhos para endireitá-los. Os outros prisioneiros me ajudam. Somos amarrados num tronco (pausa).

Estamos agora sendo julgados. Temos que mentir para não sermos queimados.  Vamos ser queimados, juntos com os livros. Ouço a sentença de que iremos ser queimados e o motivo é que fomos contra a Igreja Católica. Vamos ser queimados para expulsar os demônios porque eles alegam que estamos possuídos. Eles começam a acender a fogueira. Digo que não concordo com os ensinamentos da Bíblia. Falo que até as leis da natureza foram distorcidas, pois o mundo não foi feito em sete dias e, sim, em milhões de anos. Ele foi formado pela condensação da matéria. Vocês acreditam que o planeta é chato e não redondo. Se ele é chato por que então quando a gente sobe no morro, vemos o horizonte curvo e não chato? (pausa).

– Prossiga nessa cena e veja o que acontece com você? – Peço-lhe.

– Estou morrendo, as minhas ideias agora estão confusas. Quando sinto o fogo queimando o meu corpo, eu me acovardo, quero desmentir o que eu falei para ver se continuava vivo, mas já era tarde, ninguém mais me ouvia, o fogo estava consumindo o meu corpo e a minha voz estava sufocava pelo barulho das chamas. Eu sinto medo de morrer! (grita chorando).

Acho que eu morri. (pausa).


Agora estou me vendo sair em espírito do meu corpo físico. Senti um tranco e saí do meu corpo. Estou sendo retirado do meu corpo por três espíritos, seres de luz. Eles estão bem serenos, mas estou apavorado e eles falam para eu ter calma que o sofrimento já passou, e que não vou mais sentir dor. Eu desencarnei, sinto uma paz muito grande. Vejo uma luz bem prateada que envolve o meu corpo. Essa luz dá uma sensação de muita calma e tranquilidade. Estou flutuando, sentindo o meu corpo bem leve.

– Veja agora para onde você vai? – Peço-lhe.

– Estou indo para um hospital do plano espiritual, tem um jardim bonito. Estou numa cama, ela não tem os pés, fica suspensa. Estou deitado num colchão fino, lençol branco, é muito macio.

O meu corpo espiritual (perispírito) se adapta bem nesse colchão. Estou levitando, suspenso no ar, mas é esse colchão que me segura.
Uso um roupão azul, bem claro. Estou num sono profundo. Com o olhar, eles me transmitem uma energia de cura para tirar a sensação de queimadura que ainda sinto. Eu me sinto envergonhado, pois me acovardei, queria mentir dizendo que aqueles livros não eram meus na hora que senti o meu corpo queimando. Quero pedir desculpas para mim mesmo por ter ido contra os meus ideais no momento de desespero. Senti muito medo de morrer.

– Você consegue agora fazer uma conexão com o seu medo de se expressar com a experiência dessa vida passada? – Pergunto-lhe.

– Hoje, na vida atual, eu ainda tenho medo de expressar meus pensamentos e sentimentos, ser punido e perder a vida novamente. Mas vejo agora que não faz mais sentido esse temor porque na vida presente sei que se expressar o que eu penso e sinto não vou perder a minha vida.

 

O máximo que pode acontecer é as pessoas não concordarem com as minhas ideias.

No final da sessão, o paciente me disse que estava se sentindo muito bem, mais aliviado. Estava com a sensação que tinha soltado alguma coisa de seu peito (dor, angústia, desespero e o medo de morrer que trouxe daquela existência passada).

Após passar por mais quatro sessões de regressão para se livrar definitivamente do trauma da experiência de morte dessa existência passada, o paciente compartilhou com alegria e satisfação dizendo que não se sentia mais travado e inseguro em expor suas ideias no seu trabalho. Em reuniões sociais, não recusava mais nenhum convite e não se sentia mais deslocado ou constrangido. Estava bem mais falante e comunicativo com as pessoas. Demos por encerrado o nosso trabalho terapêutico.

 

 

É possível desenvolver uma ciência para melhor compreender a morte?

“A morte proporciona um ponto de encontro entre o budismo tibetano e as modernas tradições científicas. Acredito que ambos terão muito a contribuir mutuamente quanto ao nível de compreensão e de benefícios práticos”.
– Dalai Lama

O que acontece após a morte? Existe mesmo uma alma que sobreviva à morte e transmigre (reencarne) de um corpo para outro? O que é a morte?  A morte é o fim de tudo? O que acontece após a morte?  Ficamos conscientes?

Essas e outras perguntas no passado eram feitas aos religiosos, místicos e filósofos, pois assuntos ligados a uma vida após a morte, reencarnação, carma e mundo espiritual, não eram de interesse da ciência. Nem de longe era considerado um assunto científico.
No entanto, nas últimas décadas do século XX, a ciência começou a explorar esses assuntos espirituais, antes ignorados, marginalizados, não tratados e pesquisados com seriedade, de forma científica.
A ciência reavaliou o que a sabedoria antiga, em especial a sabedoria oriental, já tratava há milênios.
Até então, ciência e espiritualidade eram como óleo e água, não se misturavam. O renomado físico, PhD em Física Nuclear, Fritjof Capra, precursor desta fusão de intentos, lançou os livros “O Ponto de Mutação” e “O Tao da Física” fazendo um paralelo entre a física quântica e os ensinamentos do Budismo, Taoismo, Hinduísmo, do Zen e do I Ching.

O físico quântico indiano Amit Goswami, PhD em Física Nuclear, da Universidade de Oregon, EUA, por meio de um trabalho cientificamente bem fundamentado, escreveu várias obras abordando física quântica e espiritualidade. Tornou-se mundialmente conhecido ao participar e expor suas ideias no filme “Quem Somos Nós?”
Através de seus livros “O Universo Autoconsciente: como a consciência cria o mundo material” e “A Física da Alma”, propôs um novo paradigma científico para a natureza da realidade, uma ciência baseada na consciência (aliás, a palavra ciência é a própria consciência), incorporando a vida após a morte, a reencarnação e a imortalidade da alma. Partículas elementares formam átomos, átomos formam moléculas, moléculas formam células, os neurônios formam a consciência. Portanto, dentro desse novo paradigma científico da física quântica, a consciência é a base da existência e não, como o materialismo científico vigente defende, que a matéria se encontra na base de tudo o que existe; ou seja, só a matéria é real, e, portanto, nada existe além da matéria.

O grande mestre Masaru Taniguchi, PhD em Filosofia, criador da Seicho-No-Ie dizia: “O homem não é corpo carnal. Esta é uma revolução do conceito de homem muito maior do que a revolução da cosmovisão em que o geocentrismo (a Terra é o centro do Universo) cedeu lugar ao heliocentrismo (o sol é o centro de tudo).
Quando se compreende que o homem não é corpo carnal, a vida começa a emitir um brilho todo especial”.
Albert Einstein dizia: “Estamos começando a conceber a relação entre a ciência e a religião de um modo totalmente diferente da concepção clássica”.

Portanto, o fato da velha ciência ainda estruturar-se em bases materialistas (não existe nada além da matéria) e não levar em consideração a existência da alma, do espírito, dificulta qualquer iniciativa que vise ao confronto com a outra realidade. Que realidade?
A realidade espiritual.

Desta forma, a reencarnação, as experiências de quase-morte (E.Q.M.), as experiências extracorpóreas (saída do corpo), vida após a morte, mundo espiritual, incorporação (psicofonia), mediunidade, percepção extra-sensorial (clarividência, clariaudiência, psicografia, premonição, intuição) são vistas ainda como fenômenos irreais ou anômalos pela ciência materialista(psiquiatria e psicologia).

Memórias reencarnatórias espontâneas, ou seja, lembranças de outras vidas de adultos e crianças são ignoradas, vistas como um quadro alucinatório ou patológico pela psiquiatria oficial.

O renomado psicanalista Carl Gustav Jung, discípulo de Freud, dizia que a resposta à vida humana não pode ser encontrada dentro dos limites de uma vida.
No dicionário Aurélio, regressão é o ato ou efeito de regressar, voltar; retorno, regresso. Ora, só podemos voltar ou retornar a algum lugar se já estivemos lá anteriormente.
Desta forma, muitos médicos, psiquiatras e psicólogos, por se basearem num paradigma científico puramente organicista, materialista, ainda não aceitam em suas práticas clínicas as enfermidades de natureza espiritual, ou seja, as doenças cármicas e obsessivas (doenças provocadas pelos espíritos desencarnados obsessores que resultam em febres, inflamações, dores e outros sintomas orgânicos, confundindo o raciocínio clínico do médico, dificultando o tratamento adequado).
Muitos distúrbios psíquicos (depressão, ansiedade, fobias, angústia, insegurança, etc.) apresentados pelos meus pacientes (90% dos casos) têm um componente espiritual (interferência obsessora) como causa principal ou agravante de seus problemas.
A Terapia Regressiva Evolutiva (TRE) – abordagem psicológica e espiritual criada por mim em 2006 – surgiu com o intuito de unir a ciência psicológica e a espiritualidade.

Se por um lado a medicina cuida apenas do organismo físico, a TRE cuida da alma, do espírito. Futuramente, a minha esperança é que a ciência trate o ser como um todo (mente, corpo e espírito), visando o bem-estar do ser integral.

Caso Clínico:
Compulsão alimentar e síndrome do pânico.
Mulher de 32 anos, solteira.

Veio ao meu consultório por conta de sua compulsão alimentar, que a levou à obesidade. Isso lhe causou inúmeros problemas: falta de ar, problemas nos dois joelhos por excesso de peso, diabete, colesterol alto.
Quando ficava nervosa, tensa, sua compulsão à comida se acentuava e depois passava mal, se arrependia (vinham sentimentos de culpa).
Foi demitida porque o presidente da empresa na qual trabalhava (ela era representante da empresa) achou que ela estava muito obesa. Sua relação com o dinheiro também era instável: ganhava muito dinheiro e sempre acontecia algo, um prejuízo, que a obrigava a gastar mais do que ganhava. Sofria também de crises de pânico.

O 1º episódio de pânico ocorreu quando estava dirigindo o seu carro e, subitamente, teve falta de ar, taquicardia, sudorese, calafrios, dor na boca do estômago. Achou que estava enfartando. Depois da 1ª crise, não conseguia mais dormir direito porque ao deitar-se tinha a impressão de que ia ter uma nova crise. Foi ao psiquiatra, e este constatou que ela sofria de síndrome do pânico.
Queria entender também o porquê de sua instabilidade afetiva (atraía só homens problemáticos, complicados).

Ao deitar no divã na sessão de regressão, a paciente me disse que sentia – embora não visse – a presença de sua mentora espiritual ao seu lado direito (mentor (a) é um ser desencarnado diretamente responsável pela nossa evolução espiritual e, nessa terapia, é ele(a) que descortina o véu do esquecimento do passado do paciente para que o mesmo possa saber a causa de seus problemas e se libertar de seus bloqueios internos em definitivo.
O meu papel, enquanto terapeuta, é o de buscar abrir o canal de comunicação para que o(a) mentor(a) espiritual possa orientá-lo melhor nessa terapia.

“Doutor Osvaldo, a minha mentora está limpando os meus chacras (centro energéticos) e está me dizendo que essa limpeza é muito importante. Diz que irá me ajudar e passou sua mão na minha face com carinho. Agora, ela pede para prestar atenção no relaxamento que o senhor irá conduzir”, afirmou a paciente (antes de o paciente regredir, faço um exercício de relaxamento para levá-lo ao estado alterado de consciência).

Ao regredir , a paciente me relatou:  “Estou num lugar escuro… É uma caverna. Ela está fechada, por isso que não tem nenhuma iluminação.
Acho que me colocaram aqui para eu morrer. Tem bichos, sinto-os passarem por mim”.

– Quem te colocou nessa caverna? – Pergunto à paciente.
“Foram alguns homens. Eu era um índio, um pajé, fazia curas, mexia com magia (boa e ruim). Parece um exército de homens brancos; eles me prenderam nessa caverna para eu morrer.
Por isso que, desde criança, na vida atual, sempre tive medo do escuro e bronquite; sentia falta de ar“ (é comum, em muitos casos, uma doença orgânica ter como causa a forma como um paciente morreu numa vida passada).

– Vai prosseguindo nessa cena, veja o que acontece com você nessa caverna? – peço-lhe.
“Não tem ar e vou morrendo aos poucos. Estou muito cansada.
Estava fugindo, entrei nessa caverna, e eles fecharam sua entrada. Eu morri nessa caverna”.

– Quais foram seus últimos pensamentos e sentimentos no momento de sua morte? – Peço-lhe.
“Era para ter tido uma morte mais digna, como guerreiro. Eu queria morrer batalhando, brigando”.

– Veja o que acontece com você após sua morte? – peço-lhe novamente.
“Fiz muita maldade, muita magia. Após minha morte, mesmo em espírito, não consegui sair da caverna, Ela estava cheia de bichos, o chão era viscoso e frio. Vejo um monte de espíritos que vêm me perturbar. Eu os tinha matado. Matei alguns com veneno; outros deixei perturbados pela minha magia. Matava também os animais para fazer sacrifícios.
Fazia rituais para acabar com as pessoas. Queria o poder, dominava bem a magia. Até bebês eu matei; eu era muito ruim. Aí todos eles vieram na caverna, ficavam me perturbando, apareciam desfigurados, fazendo muito barulho. Ficavam falando na minha cabeça, que eu merecia estar ali porque os matara. Eu rastejava”.

– Por quê?
“Não conseguia me levantar, tinha baratas, vermes, muitos bichos, o chão era molhado, úmido. Fiquei ali muitos anos”.

– Como você se sentia?
“Sem rumo, presa”.
– Avance mais para frente nessa cena e veja o que acontece com você? – peço-lhe.
“Saí daquele lugar horrível. Estou dormindo, é como se tivesse sido dopado. Estou sendo preparado para reencarnar e resgatar tudo o que fiz. Durmo por muitos anos no astral, muito tempo mesmo. Vou reencarnar como menina na vida atual”.

– Você tem consciência do que precisa aprender na encarnação atual? – Pergunto à paciente.
“ Vou ter que ajudar todas as pessoas que matei, direta ou indiretamente. Essa é minha aprendizagem, minha missão.
É um resgate de várias vidas; portanto, não só dessa vida passada. É uma legião de pessoas que matei. Tem muito trabalho para ser feito”.

– Que tipo de trabalho você terá que fazer? – Pergunto à paciente.
“ Preciso retomar o meu trabalho num centro espírita que frequentava (é importante esclarecer ao leitor, que não foi por acaso que a paciente veio na encarnação atual com uma mediunidade bem aflorada. Em verdade, ela foi preparada pela espiritualidade para trabalhar como médium para resgatar seu débito cármico).
Preciso trabalhar também com as mãos, tenho muita energia de cura para resgatar toda essa legião de pessoas que prejudiquei – encarnados e desencarnados. Alguns deles são os meus obsessores desencarnados”.

– E os encarnados? – Pergunto-lhe.
“ São os que irei ajudar no centro espírita”.

– Por que você desistiu de trabalhar no centro espírita? – Pergunto-lhe novamente.
“ Porque tive minha filha e tinha um namorado – o pai dela -, que não queria que eu trabalhasse em centro espírita. Ele não queria que eu gastasse o meu tempo com ‘essas coisas’. A minha mentora espiritual está me dizendo que por ter desistido desse trabalho, tudo piorou: o financeiro, o amoroso, a saúde, etc. Ela esclarece que esses espíritos obsessores que prejudiquei no passado me influenciam em tudo na minha vida. Ficam o tempo inteiro na minha cabeça falando. Por isso, nada dá certo em minha vida.
A minha cabeça não para de pensar um segundo por influência desses espíritos e isso vai me perturbando.
Aí tenho a compulsão alimentar e a síndrome do pânico (é comum em meus pacientes que sofrem desse transtorno de pânico terem como causa uma interferência espiritual obsessora).
A minha mentora espiritual me explica que tudo é fruto de uma grande angústia que me acompanha e não me faz estar bem em lugar algum. E para ter um pouco de prazer, descarrego na comida, porque não tenho prazer em mais nada.
Ela reitera para eu voltar ao centro espírita. Diz que primeiro, eles, os espíritos amparadores, vão me tratar, me equilibrar espiritualmente, para depois voltar a trabalhar como médium” (pausa).
Ela agora está me mostrando a cena de uma outra vida em que era uma mulher que trabalhava num cabaré.
“Eu dançava e saia com muitos homens. Os homens se apaixonavam e eu não estava nem aí com os sentimentos deles. Nessa vida passada também lidava com magia negra.
As mulheres me procuravam, e eu fazia magia de amor para que roubassem os maridos das outras. Eu deixava os homens loucos. Muitos casamentos foram desfeitos. A minha mentora me esclarece que é por isso que a minha vida afetiva na encarnação atual também não flui, é instável.  Ela me mostra que nessa vida passada perdi toda a minha beleza, morri velha. A beleza que tinha foi embora. Ninguém mais me procurava, acabei na rua como uma mendiga.
Engravidei, muitas vezes, abortava e ajudava a abortar também a gravidez de muitas mulheres que trabalhavam comigo no cabaré.

Eu abortava com ervas medicinais”.  (pausa).
“ Estou vendo agora a minha mentora espiritual. Ela é magra, usa um vestido branco, cabelos pretos, compridos.
Pede para diminuir a minha ansiedade, que vai me ajudar em tudo que estou buscando. Pede para continuar orando como venho fazendo, e que ao retornar nos trabalhos do centro espírita para resgatar essas dívidas cármicas de meu passado, irei resolver as crises de pânico e a compulsão alimentar, pois esses obsessores espirituais irão se afastar  aos poucos.
Ela me abraça, está se despedindo dizendo que está sempre comigo para me ajudar.

 

 

 

Mediunidade: Uma condição natural do ser humano

Você é instável emocionalmente (muda de humor com frequência), sem um motivo que justifique?
Sente dores constantes pelo corpo, que mudam de lugar?
Doenças, cuja causa o médico não encontra?
Sente medos, insatisfação, vontade de chorar, tristeza, vazio sem causa aparente?
Sua vida não flui, está truncada, tem bloqueios afetivo, financeiro – profissional e de relacionamento?


Todos esses problemas podem ser indícios de mediunidade.

Em verdade, a mediunidade faz parte da natureza humana; por isso, somos todos médiuns, uns mais desenvolvidos, outros menos.
Por ser uma condição natural do ser humano, a mediunidade deveria ser estudada com seriedade pela ciência oficial (psicologia e psiquiatria) por provocar – quando o médium não é bem assistido, orientado – distúrbios psíquicos, psicossomáticos, orgânicos (cuja causa a medicina não encontra) e de relacionamento interpessoal (conflitos conjugais, familiares, sociais e no trabalho).

Somos canais do mundo espiritual – captamos energias positivas ou negativas dos espíritos de luz ou das trevas, de acordo com os nossos padrões de pensamento, sentimentos e atitudes.
Neste aspecto, os espíritos desencarnados influenciam as nossas vidas muito mais do que podemos imaginar.
Bons ou maus pensamentos, sentimentos e atitudes que cultivamos no nosso dia-a-dia podem vir sob influencia de espíritos desencarnados amigos ou inimigos (obsessores do passado) mais do que muitos possam imaginar.

Tenho escrito nos meus artigos, que 95% de meus pacientes apresenta uma interferência espiritual obsessora como causa de seus problemas emocionais, amorosos, familiares, sociais, de saúde, profissionais e financeiros. Explica desta forma, o porquê de suas vidas estarem complicadas, truncadas.
Apesar de a mediunidade fazer parte da natureza do homem e, portanto, não há nada de sobrenatural, esse assunto ainda é tratado por muitos com preconceito, temor ou reserva.
“ Num centro espírita já me falaram que por ser médium preciso desenvolver a minha mediunidade, mas não quero”.
É comum ouvir esse comentário de meus pacientes; no entanto, não querer desenvolver a mediunidade me faz lembrar um comentário de meu filho – na ocasião tinha oito anos – que me disse que não queira crescer, ficar adulto por não querer assumir responsabilidade.
Ora, crescer é um processo natural do ser humano, o mesmo ocorrendo com a mediunidade. Mas, se o médium resiste em trabalhar sua mediunidade, a vida tem seus próprios meios de fazê-lo expandir a sua consciência, muitas vezes de forma mais drástica.
Sendo assim, quanto maior for sua resistência em não aceitar se comunicar com os espíritos, maiores e mais difíceis serão suas provas.

Observe que esses médiuns estão sempre com problemas, seja na área da saúde, familiar, afetiva, profissional – financeira, etc.
Sua vida vai mal e tudo parece estar contra sua felicidade.
No entanto, quando começa a desenvolver (educar) sua mediunidade, praticando-a para ajudar os seus semelhantes, passa a levar uma vida normal e equilibrada.


Mas por que acontece isso?


Porque há médiuns que precisam dedicar-se em favor do próximo, por exemplo, incorporando entidades espirituais. Escolheram isso antes de reencarnar (embora o véu do esquecimento de seu passado não os deixe lembrar) e se comprometeram com determinados grupos de entidades espirituais por se sentirem culpados de erros cometidos em uma vida passada e, com isso, minimizar o remorso da consciência.
Porém, se esse médium resiste em sua missão espiritual, sua vida irá se complicar. Entretanto, é importante esclarecer nesse artigo, que nem todos os médiuns se comprometeram antes de reencarnar à tarefa de incorporar entidades espirituais e ajudar os necessitados, pois há outras formas de auxílio sem precisar incorporar.

Veja o caso de um paciente que passou pela TRE (Terapia Regressiva Evolutiva) – Abordagem psicológica e espiritual criada por mim em 2006 – e descobriu que seus relacionamentos amorosos não davam certo (terminava o namoro sempre muito machucado e magoado), por não estar exercendo sua mediunidade de incorporação (psicofonia).

Caso Clínico:
Homem de 30 anos, solteiro.

Veio ao meu consultório querendo entender o porquê de seus relacionamentos amorosos não darem certo. Saía desses relacionamentos sempre machucado, magoado, pois se entregava e, no final, era rejeitado, humilhado. Sentia-se usado pelas mulheres.
Não conseguia se envolver com mais ninguém, e o insucesso amoroso o afetara negativamente, a ponto de deixá-lo inseguro e com baixa autoestima. Era espírita – frequentava um centro Kardecista como assistente, mas nunca tinha incorporado uma entidade espiritual.

Na regressão, o paciente me relatou: – Sinto uma presença espiritual aqui do meu lado (paciente estava deitado no divã).
Não o vejo, mas tenho a impressão de ser uma entidade espiritual masculina (pausa).

– Pede para essa entidade se identificar – peço ao paciente (após a minha pergunta, subitamente, notei que o seu rosto se alterou, contraindo-se, pois estava incorporando essa entidade espiritual, um ser das trevas).
– Não interessa o meu nome, respondeu o espírito. Mas não se preocupe, não vim fazer mal aqui.
Na verdade, todo mundo quer vir aqui. Esse cara (paciente) não sabe, mas têm muitas amizades desse lado (das trevas).
Ele não quer ser médium, não quer dar passagem (incorporar) para a gente, não quer se envolver. Mas agora está dando passagem, incorporando-me. Não tem jeito, ele quis ficar no muro, mas não adiantou. Sou um de seus amigos do passado. A gente era tudo amigo. Ele era o dono de um prostíbulo na existência passada. Mas amigo é para sempre, inclusive depois que morre.
Ele não discrimina ninguém, amigo para ele é para vida toda. Mas precisa ajudar a gente que está desse lado, pois nosso amigo não quer assumir a responsabilidade de ser médium. É por isso que a parte afetiva dele não vai para frente.

Na verdade, esse cara já foi ruim no passado, ele aprontou muito. Ele explorou muito as prostitutas. A gente frequentava o prostíbulo dele. As mulheres que ele explorou, maltratou, são as namoradas dele na vida atual. É por isso que hoje elas o maltrataram, o humilharam.
Mas ele é ponta firme, pode contar com ele. As amizades continuam.
Ele não sabe, mas somos seus verdadeiros amigos. Ele tem mais amigos aqui desse lado, do que na vida terrena.
A gente não presta – somos do mesmo covil -, mas ele pode contar com todos nós.

Doutor, ele escolheu ser espírita, mas não quer sentir a gente, fazer uso do compromisso como médium. Ele achava que nunca iria incorporar. Mas veja, agora está me incorporando! (Fala rindo).
O irmão dele está na mesma situação. Ele também é médium, tem um monte de coisas nas costas (espíritos obsessores). É por isso que a vida dele também não anda. Mas seu irmão não consegue ouvir, ver as entidades espirituais das trevas. Por isso, eles vão levá-lo para o buraco se não se cuidar, desenvolvendo sua mediunidade. Se ele não tomar cuidado, vai embora (desencarnar) ainda esse ano.
Mas ele tem uma consideração grande pelo irmão. Tudo que não presta, o irmão tem. Ele tem uns espíritos obsessores que não o largam. (pausa).
Desta vez, esse rapaz (paciente) está sentindo o que é incorporar um morto. Vim dar um passeio no plano material. Ele conseguiu encontrar o caminho certo vindo aqui no consultório, mas seu irmão não. Ele acertou o passo vindo aqui, só que tem que incorporar.

Doutor, ele pediu a Deus em suas orações para se libertar de seus sofrimentos amorosos e Deus o atendeu trazendo-o aqui no consultório.
Seu lado amoroso não vai para frente porque ele parou no meio do caminho, não desenvolveu sua mediunidade, esqueceu-se da gente, distanciou-se de nós. Ele esqueceu que tem muitos amigos – nós precisamos dele para sair desse buraco (trevas, escuridão).
E o Homem (Deus) falou que a gente só sai desse buraco se a gente fizer caridade. Mas, para isso, precisamos dele para incorporar. Só assim que vamos poder ajudar as pessoas.
Ele precisa nos ajudar para também a gente ajudá-lo. Ele até quer ser médium de passagem (incorporação), mas não quer estudar e escrever livros (psicografar).
Ele veio com esse propósito de ser um médium de passagem, mas não está fazendo a sua parte. Ele precisa voltar para o centro espírita para incorporar a gente e não como vem fazendo, trabalhando só como assistente. E os seus amigos de verdade que ficam aqui na escuridão? Daqui para frente ele precisa incorporar porque está todo mundo esperando. Nós também queremos sentir o calorzinho! (referindo-se ao calor do corpo físico). Ele não está cumprindo o que prometeu, não está repartindo o pão!
Ele precisa incorporar também para ajudar o seu irmão.

Doutor, é muito bom estar aqui em seu consultório! Que lugar gostoso!
É muito boa essa musiquinha! (costumo tocar um CD suave para os pacientes relaxarem melhor).
Que gostoso estar do lado de cá!
Como é bom!
O senhor acha justo só ele querer sentir esse calorzinho?
Ele é nosso amigo, mas esqueceu de nós!
Só quer saber dele!  Ele se esqueceu do que prometeu?
Que gostoso! (entidade espiritual fala gritando, se esperneando no divã).

Doutor, eu não sou criança, sou velho, mas sou brincalhão, é muito bom sentir de novo esse corpo quentinho! Só estou pegando uma caroninha!
Quem sabe agora ele toma vergonha e ajuda a gente?!

No final dessa sessão, a entidade espiritual não queria ir embora, disse que esperou muito por esse momento, queria sentir mais um pouco o prazer de estar novamente num corpo carnal. Como tinha extrapolado o horário, resolvi encerrar a sessão. Antes de ir, ele me agradeceu por essa oportunidade.

Após encerrarmos a sessão (era a 5ª sessão de regressão), o paciente estava surpreso, pois nunca tinha incorporado uma entidade espiritual.
Disse-me que se lembrava de tudo o que o espírito desencarnado havia falado, pois descobriu que era um médium de incorporação consciente.
Disse-me ainda que agora havia realmente se conscientizado de seu verdadeiro propósito de vida, e que estava mais confiante, tranquilo e sereno. Compreendeu que foi intuído pela espiritualidade (espíritos superiores do astral) a me procurar para descortinar o “véu do esquecimento” de seu passado e saber o seu verdadeiro caminho.

 

 

 

 

 

Terapeuta Holístico

NOTA EXPLICATIVA:

Na Europa e nos Estados Unidos, muitos médicos psiquiatras e psicólogos já trabalham com a realidade espiritual como um assunto científico.

Hoje, diversos tipos de mediunidade são estudados em Universidades no exterior. O tema “   Vida após a Morte” é um tema de pesquisa de largo interesse nos EUA, Europa, Austrália e também no Japão, com a Internacional Society of Life Information Science, com sede em Tóquio.

Não são centenas, mas milhares de Universidades, Institutos e Fundações que pelo mundo afora investigam a Vida depois da Vida.

Mas, lamentavelmente, aqui no Brasil muitos ainda não fazem distinção entre religião e espiritualidade, considerando equivocadamente que as experiências espirituais, extrafísicas, são assuntos religiosos e não científicos, e o trabalho dos profissionais que tratam da realidade espiritual, isto é, dos transtornos espirituais de seus pacientes  ainda não é reconhecido pelo Conselho Regional de Psicologia.

Em vista disso, quero informar que desde o dia 02/Julho/2013 não atuo mais como psicólogo para me dedicar livremente à TRE (Terapia Regressiva Evolutiva) – A Terapia do Mentor Espiritual – método terapêutico de autoconhecimento e cura criado por mim em 2006, que busca unir a ciência psicológica com a espiritualidade.

Informo ainda, que desde a data acima referida atuo em meu consultório como terapeuta holístico (CRT – 43337), pois essa terapia, a TRE , leva em consideração o ser humano integral (mente, corpo e espírito).

Atenciosamente,

Osvaldo Shimoda

Terapeuta holístico – CRT: 43337

 

Até onde vai o nosso livre-arbítrio?

A ciência não é um Deus que sabe de tudo”.
– Davi Kopenawa (líder da tribo Ianomâmi)


Certa ocasião, uma paciente me procurou porque não estava conseguindo engravidar. Já tinha tentado de tudo, procurado vários especialistas, tendo ido até no exterior para realizar o seu desejo de ser mãe. Mas foi tudo em vão. Então, me perguntou se através da TRE (Terapia Regressiva Evolutiva) – A Terapia do Mentor Espiritual (ser desencarnado diretamente responsável pela nossa evolução espiritual) – abordagem psicológica e espiritual breve, criada por mim em 2006, teria garantias de conseguir engravidar.

Prontamente lhe respondi que compreendia o seu anseio, o desejo da maternidade; no entanto, eu lhe disse que a única coisa que poderia lhe garantir nesse tratamento era dar o meu melhor como terapeuta, pois o meu papel nessa terapia é procurar abrir o canal de comunicação entre ela e o seu mentor espiritual, para que ele pudesse lhe mostrar a causa de seu problema e sua resolução. Sendo assim, esclareci que como facilitador, busco apenas auxiliar o seu mentor espiritual na condução do processo terapêutico, criando as condições necessárias para que ele a oriente acerca da causa e resolução de seu(s) problema(s).

Ao regredir, seu mentor espiritual lhe revelou a causa de sua dificuldade de engravidar: a prática de dois abortos na vida presente (a paciente não mencionou esses dois abortos na entrevista inicial).
Então, ele lhe explicou que pelo fato dela ter infringido a Lei do Retorno (causa e efeito), uma das Leis Universais, estava colhendo o que havia plantado. Portanto, como parte de seu processo de aprendizagem, não estava conseguindo engravidar por não ter valorizado aquelas vidas com a prática do aborto. Recomendou que fizesse de coração a oração do perdão para que aqueles seres espirituais abortados fossem resgatados para a luz, e que só assim iria engravidar, trazendo-os novamente como seus filhos.

Outro paciente me procurou por dois motivos: impotência sexual e vitiligo (doença dermatológica resultado da falta de pigmentação de melanina, responsável pela coloração da pele).

Ao regredir, foi lhe revelado que numa vida passada foi um desbravador, um bandeirante, cuja missão, junto com os seus comandados, era de preparar o terreno, desmatando a região para que os colonizadores a povoassem.
Literalmente, cumprira a sua missão, desmatando e matando todos os índios que habitavam aquelas terras. No entanto, antes de tirar suas vidas, estuprava as índias. Numa outra encarnação, como feitor, mandava açoitar até à morte os escravos negros, pois, além de discriminá-los, nutria ódio por eles.

Após mostrar-lhe essas duas vidas, seu mentor espiritual lhe disse: “Com o problema da impotência sexual, você hoje aprendeu a lição: valorizar as mulheres, não as vendo mais como um mero objeto sexual, como ocorreu no passado. Você aprendeu, por isso vamos lhe devolver sua potência sexual, mas o vitiligo é um pouco mais complexo, pois terá ainda que passar por outras experiências de vida para depois, aí, sim, a medicina terrena curá-la.

Após o tratamento, alguns meses depois, o paciente mandou um e-mail me informando que realmente havia se curado de sua disfunção erétil, mas não do vitiligo, a qual, no entanto, não estava mais se alastrando em seu corpo. Esse paciente, sem dúvida alguma, é outro exemplo da violação da lei do retorno, ou seja, pelo fato de ter violentado sexualmente às mulheres naquela existência passada e de ter discriminado os negros, veio hoje com problemas de impotência sexual e vitiligo, este, literalmente, para sentir na pele o que é discriminar o ser humano, como tinha feito no passado.
Mas muitas pessoas podem se perguntar: como fica o nosso livre-arbítrio? Podemos mudar o nosso destino? O ser humano tem autonomia, liberdade de escolhas, de resolver seus problemas por sua livre e espontânea vontade?

A resposta é não. Após conduzir mais de 20.000 sessões de regressão de memória pela TRE, aprendi com os mentores espirituais dos pacientes que a autonomia, ou seja, a liberdade de escolhas em nossas vidas vai depender das ações que praticamos no passado, seja desta ou de outras vidas.

Sendo assim, quanto mais carmas contraímos – frutos de erros do passado -, menor será a nossa autonomia, a liberdade de escolher a vida que almejamos, e o inverso também é verdadeiro: quanto menos carma, maior será o nosso poder de escolha, de vivermos como queremos. Desta forma, o destino é determinado pelas ações praticadas. Ou seja, a metade do destino do homem é determinada pelo seu passado, isto é, “ação do carma”. Por isso, em meu consultório, o prognóstico de um paciente, se terá sucesso ou não nessa terapia, vai depender do que plantou no passado, suas ações cometidas (lei do merecimento).

É por isso também, que no início, após a criação da TRE, um mentor espiritual de uma paciente me mandou um recado( através dela) numa das sessões de regressão, dizendo: “Irmão, não prometa nada que não esteja ao seu alcance; a cada um aqui (paciente) será dado de acordo com suas obras, seus feitos (o que cada um fez no passado). Se plantou boas sementes, bons frutos irá colher, mas se plantou más sementes, maus frutos colherá”. Em outras palavras, em meu consultório, cada paciente recebe o auxílio que merece na quantidade e qualidade a que fizer jus. Fica claro por que no final do tratamento, quando o paciente obtém a graça, a bênção, ao se curar, costumo lhe dizer: “Agradeça de coração ao Altíssimo, ao seu mentor espiritual e parabéns, foi mérito seu também!”

Caso Clínico: Por que essa depressão e insatisfação pela vida?
Mulher de 34 anos, casada, um filho.

A paciente veio ao meu consultório por conta de sua depressão, insatisfação pela vida, sentia que sua vida não fazia sentido. Por conta disso, chorava por qualquer motivo, sentia-se fraca, insegura e indecisa. Era frequente também acordar de madrugada e não conseguir mais dormir. Veio de um lar onde os pais brigavam muito (pai era alcoólatra) e, por ele não ter conseguido superar seu vício, acabou desagregando a família. Por isso, ainda o culpava, apesar dele já ser falecido.
Outro motivo que a trouxe ao meu consultório era pelo fato de continuar ligada ao seu ex-namorado, apesar de ser casada.

Queria entender por que após o nascimento do filho, o encanto que tinha pelo marido havia acabado, e queria entender também por que não se relacionava bem com a sua mãe e irmão, pois nutria pelos dois muitos ressentimentos.
Ao regredir, ela me disse: – Não consigo me mexer! (paciente fala chorando).

Sou paraplégica… É uma vida passada, me vejo sentada numa cadeira de rodas. Da cintura para baixo, não sinto nada, não consigo me mexer. Sou mulher, branca, cabelos castanhos, devo ter uns 27 anos, visto uma roupa da década de 50. Acho que sofri um acidente, mas não sei explicar que tipo de acidente. Vejo uma senhora que cuida de mim, aparenta ter uns 65 anos, cabelo curto e grisalho… Acho que é a minha mãe dessa vida passada e também da vida atual. Sinto que tenho um irmão… É o mesmo da vida presente.

Eu me isolei, acabei me afastando de todos pelo acidente que sofri. Tenho dificuldade de fazer amizades, pois não confio em ninguém… Sou amargurada, pois queria ter me casado, constituído uma família. (pausa).

Agora, sinto girar tudo ao meu redor… Não para de rodar… É o acidente que sofri, estou caindo de um penhasco (paciente grita, chorando muito).

Ficou tudo preto. (pausa). Eu me vejo no hospital muito machucada, cheia de talas, de ataduras. Caí de um penhasco muito alto. Estou deitada num leito, fiquei muito tempo em coma, não sinto nada da cintura para baixo. Sinto também muita dor na coluna, nos braços e no rosto. (pausa).

Na vida atual, também sofri um acidente, o ônibus em que eu estava viajando capotou e fraturei a coluna e a mandíbula. (pausa).

Vejo agora o meu irmão dessa vida passada. A gente estava brincando, rodando em cima daquele penhasco… ele soltou sem querer as minhas mãos e acabei caindo. Esse acidente aconteceu quando a gente ainda era adolescente. Depois do acidente, meu irmão tentava me animar, queria me levar para sair, mas não aceitei, pois não queria ser um peso para ninguém.

Na sessão seguinte, a paciente me relatou: – Vejo um senhor de barba e cabelos grisalhos. Ele veste uma túnica branca… diz que é o meu mentor espiritual. Fala que me mostrou aquelas cenas da existência passada para eu valorizar mais a minha vida e esclarece que hoje sofri aquele acidente de ônibus, onde fiquei três meses no hospital, para parar de me lamentar e jogar a culpa de tudo nos outros. Diz que ainda trago dessa vida passada a revolta por ter ficado paraplégica.
Fala novamente para valorizar mais a minha vida, pois hoje eu ando, tenho movimentos perfeitos, e que é para ir atrás das coisas que quero.
Revela que no acidente de ônibus que sofri, eu escapei por pouco, pois me deram uma segunda chance, não me tornando novamente paraplégica como na vida passada. Revela ainda que nessa existência passada, por ter ficado paraplégica, as brigas em casa entre os meus pais eram constantes e, não aguentando mais, minha mãe pegou o meu irmão e foi embora, nos abandonando. Meu pai se tornou alcoólatra e acabou morrendo embriagado.

O meu mentor me explica que pela lei do retorno todos voltamos, ou seja, reencarnamos juntos na mesma família para nos reconciliarmos.
Diz que o meu pai, por conta do alcoolismo na vida atual, após o seu falecimento, ficou cinco anos no umbral (trevas), mas que agora foi resgatado e está sendo tratado no hospital do Astral. O meu mentor espiritual pede para que eu não o culpe mais, pois meu pai foi um problema grande para a minha mãe”.

– Pergunte ao seu mentor espiritual por que você ainda continua ligada ao seu ex-namorado? – Peço à paciente.
” Diz que nós também éramos namorados naquela vida passada, mas que ele não quis me assumir por ter ficado paraplégica”.

– Pergunte-lhe por que o relacionamento com o seu marido esfriou após o nascimento de seu filho? – Peço à paciente.
“Em relação ao meu marido de hoje, esclarece que ele só apareceu em minha vida para o meu filho reencarnar, pois ele não conseguiu vir naquela vida passada como meu filho, por conta daquele acidente. Foi esse o motivo que o relacionamento com o meu marido esfriou após o nascimento dele. Pede para ser mais receptiva com a minha mãe e irmão, porque ainda guardo ressentimento deles daquela vida passada. Sugere que eu faça a oração do perdão para que possamos nos reconciliar. O meu mentor espiritual fala que ainda vou ser muito feliz” (fala emocionada).

No final do tratamento, a paciente me disse que estava se sentindo mais calma, segura, mais confiante, não estava mais chorando por qualquer motivo, pois se sentia mais forte. Comentou também que estava acordando mais disposta, pois não estava mais acordando de madrugada.

Realize uma sessão de regressão e receba orientações e previsões com muita propriedade, profundidade e sabedoria de seu Mentor Espiritual para 2015.

Consulta Presencial ou via Skype com duração de 2 horas.

Atendimentos de 2ª a Domingo.

Valor R$ 600,00 reais.

Contatos: osvaldo.shimoda@uol.com.br / (11) 5078-9051 (11) 94107-7222.

 

 

 

Benefícios da Hipnose nos concursos públicos e vestibular

Estou divulgando aos meus queridos leitores e pacientes o trabalho eficaz e competente de Odair Campos Jr (fez a formação comigo em TRE, a Terapia do Mentor Espiritual, Programação Neurolinguística, e em Hipnose Ericksoniana desenvolvida pelo psiquiatra americano Milton Erickson).

O terapeuta Odair Campos Jr (CRT- 49007) vem obtendo ótimos resultados na preparação psicológica, emocional e espiritual de candidatos em provas de concursos públicos e vestibular.

Há candidatos que se prepararam bem, estudaram muito, frequentaram assiduamente os cursos preparatórios, porém, no dia da prova são traídos pelo nervosismo excessivo, ansiedade exacerbada, a ponto de dar branco, não lembrar o que estudou, ou mesmo entrar numa confusão mental, dificuldade de concentração, etc., e, para agravar, sofrem a pressão psicológica de si e/ou de seus familiares.

Odair já atendeu inúmeros casos de candidatos que por não terem passado nas provas acabaram perdendo a autoestima e a autoconfiança.

É o caso de uma paciente que o procurou em nosso consultório, pois era a quarta vez que havia prestado o exame da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil); portanto, não conseguia tirar a carteira, o registro para advogar.

Depressiva, frustrada, e com baixa autoestima, aos prantos lhe disse que havia pensado em desistir de ser advogada, apesar de ter cursado cinco anos de faculdade e um ano de curso preparatório.

O terapeuta Odair utilizou com essa paciente as técnicas de dessensibilização sistemática, programação neurolinguística e hipnose.

Após ter passado por 10 sessões de hipnose, ela lhe deu a boa notícia de que finalmente havia sido aprovada no exame da OAB. Ficou impressionada, pois realmente nas provas (duas fases) estava calma, concentrada e autoconfiante.

Osvaldo Shimoda

Atendimento com o Terapeuta Odair Campos Jr: de segunda-feira a domingo, das 8:00hs às 20:00hs , e nos feriados também.

Consultas com duração de 1hora cada.

Consultas Avulsas -R$ 500,00

Pacote com 5 consultas – R$ 2000,00

Pacote com 10 consultas – R$ 3500,00

Endereço: Rua: Luís Góis, 2068 – Saúde- SP.  Tels: (11) 5078-9051  (11) 94107-7222.