Dúvidas com a TRE ?

Você que ainda tem dúvidas quanto a aplicação da Terapia Regressiva Evolutiva ( TRE ) chegou a hora , realize uma sessão de 2 horas com o Professor Osvaldo Shimoda.

Últimos horários para Dezembro , aproveite !

Valor : R$ 300,00

Atendimentos : Presencial e via Skype

Agendamentos : (11) 94107-7222 WhatsApp

Professor Osvaldo Shimoda

Osvaldo Shimoda atua, hoje, como Livre Pensador, e é o criador da Terapia Regressiva Evolutiva (TRE), que tem como base um tratamento que funciona a partir da orientação do mentor espiritual de cada paciente. A base do trabalho é toda laica, ou seja, funciona sem a interferência de religiões. Atualmente possui no currículo mais de 40 mil regressões realizadas ao longo de sua carreira.

Ele é autor do livro “Experiências de Regressão – A terapia com o Mentor Espiritual”, bem como especialista em Terapia de Vida Passada (TVP) e em Análise Transacional pela UNAT BRASIL (União Nacional dos Analistas Transacionais). Além disso, atuou diretamente, com trabalhos na área no Hospital do Servidor Público e no ambulatório do Gabinete do Secretário de Saúde, ambos do Estado de S. Paulo. Ministra cursos – via Internet e presencial – de formação de terapeutas em TRE para profissionais do Brasil e exterior.

As ilusões da reencarnação

Uma das propostas da TRE (Terapia Regressiva Evolutiva) – A Terapia do Mentor Espiritual – além de mostrar ao paciente a causa e resolução de seus sintomas como fobias, transtorno do pânico, depressão severa, dores físicas, bem como as aprendizagens necessárias e indispensáveis à sua evolução espiritual – é ajudá-lo a desmistificar suas ilusões.

Ilusão é o desconhecimento da verdade em relação a si, aos outros e a vida. Vou exemplificar as principais ilusões que muitos de meus pacientes cultivavam antes de fazerem essa terapia, a TRE.

Esses pacientes vieram ao meu consultório rotulados equivocadamente pela psiquiatria de “doentes mentais”, “psicóticos”, “esquizofrênicos”, “bipolar”, “transtorno de múltiplas personalidades”, etc. O fato de uma pessoa ver e/ou ouvir vozes de pessoas mortas ainda é visto pela psiquiatria como um quadro alucinatório, um transtorno dissociativo psicótico (loucura).

A psiquiatria ocidental, no meu entender, tem sido extremamente arrogante a respeito da mediunidade, pois tudo o que ela não entende é visto como anômalo, patológico. Por isso, a grande maioria de meus pacientes que são rotulados pela psiquiatria de “psicóticos” são, na verdade, médiuns com desequilíbrio mediúnico e não  com desequilíbrio mental, psiquiátrico.

Sendo assim, é importante o profissional da área de saúde mental fazer um diagnóstico diferencial entre um transtorno mediúnico – que não é loucura – de um transtorno psiquiátrico, aí sim, uma psicose ou loucura.

Não por acaso, o Dr. Mauro Kwitko, médico psiquiatra de Porto Alegre, escreveu o livro “Doutor, eu ouço vozes!: Doença mental ou loucura?” (Editora Bezouro Box).

Não por acaso também, que os meus pacientes que foram rotulados equivocadamente pela psiquiatria de “doentes mentais”, após terem passado pela TRE, transformaram-se em médiuns equilibrados, resgatando seu equilíbrio biológico, psicológico, social e espiritual.

Outra ilusão comumente cultivada por muitos pacientes que procuram a TRE é a crença de que são seres carnais e não seres espirituais. Em tese, acreditam que são seres espirituais, mas, muitos não têm plena convicção disso.

Nessa terapia, após conversarem com os seus mentores espirituais (seres desencarnados, responsáveis diretamente pelo nosso crescimento espiritual) é que se conscientizam verdadeiramente que não são seres carnais, mas seres espirituais passando temporariamente por uma experiência carnal, terrena, em busca de mais evolução, porém, esquecidos disso, por conta do véu do esquecimento que nos tornam amnésicos, inconscientes neste planeta.

Não podemos esquecer que a sociedade ocidental materialista e tecnicista valoriza e até mesmo venera o lado lógico, racional, científico e, por isso, a cultura, a arte, a literatura e o lado espiritual não são muito valorizados e estumulados.

Por fim, outra ilusão comumente cultivada são os rótulos temporários e ilusórios da encarnação, isto é, os papéis sociais e de gênero. Ou seja, ninguém é pai, mãe, irmão(a), avô, avó, tio(a), esposa, marido, homem e mulher, mas está como…

Seu pai é seu pai ou está como pai? Ele pode ter sido em outras encarnações seu filho(a), patrão, escravo(a), etc.

Veja a seguir, o caso de uma paciente que tinha brigas constantes com sua mãe e veio a descobrir na regressão de memória que ela fora em sua vida passada uma pessoa estranha, sem nenhum grau de parentesco.

 

Caso Clínico: Brigas constantes com a mãe.

Mulher de 30 anos, casada, e uma filha de 2 anos.

Paciente me procurou querendo entender por que desde criança brigava com sua mãe. Não se sentia à vontade com a presença dela, pois só de vê-la sentia um mal estar, raiva, e se ficavam  no mesmo ambiente havia brigas, atritos. Queria entender também por que era uma pessoa nervosa, explosiva, impaciente, angustiada, muito reservada, fechada, não se abria com as pessoas; daí sua dificuldade de fazer novas amizades.

Por último, queria saber qual era seu verdadeiro propósito, missão de vida e seu principal aprendizado, lição maior que precisava aprender nesta jornada.

Na 1ª sessão de regressão, a paciente me disse: “Estou vendo um trem antigo, tipo “Maria fumaça”, e pessoas com roupas antigas do século passado (ela estava descrevendo uma cena de uma vida passada).

As mulheres usam aqueles vestidos rodados, com sombrinhas e penteados de época… Alguém caiu no trilho do trem e tem uma mulher segurando uma sombrinha, olhando”.

– Veja o que foi que aconteceu? – Peço à paciente.

“Está me dando uma aflição… Essa pessoa que está caída no trilho é uma mulher. Vejo homens que a socorrem… Acho que aquela mulher que observava, segurando uma sombrinha, sou eu… E a mulher caída no trilho do trem é a minha mãe dessa vida passada. Estou parada, aflita, chorando… Acho que ela foi empurrada por uma mulher quando a gente estava entrando no trem”.

– Você consegue ver essa mulher que a empurrou? – Pergunto-lhe.

“É a minha mãe de hoje… Ela está com uma roupa muito bonita, vistosa, todo preto. Usa uma sombrinha escura, ela é bem rica, cheio de jóias e tem uma empregada que leva suas bagagens. Ela esbarrou forte em minha mãe, que caiu no trilho e bateu a cabeça.

Essa senhora (mãe da paciente da vida atual) fala que não fez nada, mas eu a acuso gritando que ela esbarrou forte em minha mãe. Ela retruca dizendo que não fez nada e fala que sou louca. Eu choro, vejo minha mãe desacordada numa maca, sendo levada para o hospital.

Sou mais branca e mais magra do que hoje, devo ter uns 24 anos. Aquela senhora está enfurecida porque tinha um compromisso. Ela não é muito diferente fisicamente de minha mãe de hoje, que é branca e usa uns brincos grandes e dourados (pausa).

Vejo agora à minha direita uma luz dourada… É um ser espiritual”.

– Pede para esse ser espiritual se identificar – Peço-lhe.

“Diz que é a minha mentora espiritual… Ela é também a minha mãe daquela vida passada (paciente fala em prantos). Diz  ainda que me mostrou essa cena passada para eu entender hoje por que essas brigas constantes que tenho com minha mãe”.

– Pergunte à sua mentor espiritual por que na vida atual vocês vieram como mãe e filha?

“Diz que fiquei com muita mágoa dela naquela existência passada, e que por isso preciso tirar isso de meu coração. Hoje viemos como mãe e filha para nos reconciliarmos. Fala que tenho que perdoá-la (paciente chora muito).

Esclarece que a minha mãe de hoje naquela vida passada não fez de propósito ao se esbarrar nela naquele trem, tirando sua vida. Porém, ela não respeitava as pessoas, pois era muito egocêntrica, arrogante, grosseira e mal educada”.

Na 2ª sessão de regressão, a paciente me disse que havia feito a semana toda a oração do perdão para sua mãe de hoje (no final da 1ª sessão, eu lhe pedi que fizesse a oração do perdão para sua mãe da vida atual, emanando-lhe a luz dourada, o amor de Cristo).

Ela me deu um feedback dizendo que desde que começou a fazer a oração do perdão para sua mãe estava dormindo melhor, pois tinha problema de insônia; estava também tendo mais paciência com ela – mesmo quando ela falava algo que não concordava – e não estava mais discutindo com ela.

Ao iniciarmos a nossa sessão de regressão, a paciente me relatou: “Vejo novamente a minha mentora espiritual. Ela sorri e me mostra uma cena… É um casal e uma criança. Estão sentados num gramado. O homem é branco, cabelo preto e a mulher é branca também e cabelo castanho. A criança é uma menina… Nossa, tenho a impressão que essa menina é a minha filha de hoje!

Aquela mulher, sou eu, e o homem é meu marido. Minha mentora espiritual afirma que é a mesma vida que a perdi naquele trem. Sinto que aconteceu algo com a minha filha… Ela brinca num parque, sinto angústia… A minha mentora espiritual mostra essa menina caindo num buraco. Acho que a gente se descuidou, fomos correndo para socorrê-la; nós a puxamos pelo braço, mas ela está desmaiada. O meu marido está com ela nos braços e chega um carro preto, antigo. A gente entra com ela e fomos direto ao hospital (pausa).

Agora, ela está numa maca com a máscara de oxigênio ainda desacordada”.

– Pergunte à sua mentora espiritual o que aconteceu com sua filha?

“Fala que ela faleceu, diz que mostrou essa cena passada para eu entender o amor que sinto pela minha filha da vida atual. Hoje, ela veio novamente como minha filha para eu dar todo o amor que não pude dar naquela existência passada, pois ela partiu muito cedo. Esclarece, que na vida atual ela nasceu com problemas respiratórios (ficou 11 dias na UTI) por conta da forma como morreu naquela existência passada.

Esclarece também, que é por isso que hoje sou uma pessoa nervosa, impaciente, explosiva e angustiada, pois tive duas perdas nessa vida passada – de minha mãe naquele trem e depois de minha filha. Com a perda delas acabei me isolando. Por isso, hoje tenho dificuldade de lidar com perdas. Ela finaliza dizendo: – Minha querida, fique calma!

Na 4ª sessão, a paciente me relatou: “Vejo a imagem de um cavalo, aparece um lago, uma região que tem mato, capinzal alto. Vejo também uma casa de fazenda. Aparece uma pessoa na janela olhando para fora, parece ser uma mulher… Acho que sou eu nessa mesma vida que perdi a minha mãe e filha.

Agora, estou mais velha, aparento ter uns 40 anos, vejo um rapaz em cima de um cavalo. Ele é branco, cabelo preto, deve ter uns 18 anos. Eu o observo pela janela de minha casa”.

– Como você se sente?

“Triste, sinto um vazio, solidão… Vejo agora um homem chegando, é o meu marido. A tristeza que sinto é por conta da perda de minha filha. Não me conformo com a sua morte. O rapaz que estava montado no cavalo não é meu filho de sangue, eu o adotei. Tenho um sentimento de cuidado com ele, que é alegre. Meu marido entra em casa, chega falando, me dá um abraço carinhoso. A casa é meio triste, não tem muita vida devido à minha tristeza.

O que deixa o ambiente mais alegre é o meu filho adotivo. Ele entra em casa e beija minha mão e me abraça. A angústia e o  meu jeito fechado de ser ainda trago à vida atual. Hoje gosto também de me isolar, só quero ficar em casa.

A minha filha da vida atual veio para me trazer alegria, pois ela é bastante alegre. O meu marido e o meu filho adotivo tentam me ajudar na tristeza”.

– Pergunte à sua mentora espiritual como você pode superar essa tristeza, essa perda?

“Fala que tenho que viver a vida, valorizar os bons momentos, e entender que tudo isso é passado. Preciso resgatar novos sentimentos, como ser alegre e feliz, ir mudando aos poucos, que vou conseguir.

Minha filha de hoje veio para despertar em mim a alegria e o amor. Diz que sou uma pessoa boa, por isso, devo parar de pensar que sou uma pessoa ruim. Mas há coisas que preciso mudar, que é a impaciência, ser explosiva e intolerante; por isso, preciso ser mais calma”.

– Como você pode ser mais calma?

“Diz que é me colocando no lugar do outro, analisando mais as coisas antes de explodir”.

Na 5ª e última sessão, ela me disse: “Vejo a minha mentora espiritual, veste uma bata clara, roupa bem folgada (roupa típica dos seres espirituais de luz).

Fala que mesmo naquela vida passada que perdi a minha filha, ela já me amparava (ela faleceu no trilho do trem bem antes do nascimento da filha da paciente), por isso, nunca estive sozinha, pois ela me protegia, e hoje também continua me protegendo.

O que ela fala é verdade, pois já me aconteceram  coisas na vida atual que me livraram de muitos perigos. O que ela me fala agora, confirma. Ela reafirma que vai estar sempre me protegendo, mas, preciso também me conectar com Deus em meu coração, cuidando de minha parte espiritual. Ou seja, tenho que fazer as minhas orações regularmente, diariamente.

Revela que tenho o dom da cura, que preciso desenvolvê-lo (quando alguém chega perto dela se sentindo mal ou com dor, ela “suga” que nem uma esponja e a pessoa sai bem, sem dor)”.

– Pergunte-lhe como você pode desenvolver o seu dom de cura?

“Diz que sei o lugar para desenvolvê-lo. Acredito que é no centro espírita que frequentei. Parei de ir lá porque mudei de residência e ficou longe. Ela esclarece que indo nesse centro vou desenvolver melhor esse dom ajudando às pessoas”.

– Pergunte -lhe qual é o seu verdadeiro propósito, missão de vida?

“Fala que além de viver com amor e alegria, preciso também ajudar o próximo como médium. Diz que sei disso, pois tenho essa intuição, mas preciso colocá-la em prática. Esclarece que antes de reencarnar – no plano espiritual de luz – assumi o compromisso de ajudar o próximo.

Preciso me doar, fala que há muitos anos venho sentindo isso, mas fico protelando, não a colocando em prática. Ela avalia essa terapia, a TRE, dizendo que me ajudou muito, que vou evoluir bastante, porém, preciso ter disciplina, pois mudanças estão por vir em minha vida.

Por isso, a necessidade de ser mais disciplinada. Finaliza dizendo que os ensinamentos dessa terapia me ajudaram a ter um norte, um direcionamento em minha vida”.

A dor da perda

A morte de um ente querido gera sempre mudanças e reflexões. Para os que sabem que a morte não é o fim, mas apenas uma separação temporária, fica mais fácil superar a dor da perda. Porém, para aqueles que não acreditam numa vida após a morte, a perda só faz aumentar a revolta, a angústia e o inconformismo.

O inconformismo, a lamentação, a tristeza e a dor dos que ficaram, podem alcançar a alma do falecido e dificultar-lhe sua adaptação no plano espiritual.

Buda dizia que um dos pilares que sustenta o sofrimento humano é o apego, ou seja, o apego de toda ordem: Aos bens materiais, às pessoas, às crenças, sentimentos, pensamentos errôneos, ao passado, etc.

 

A vida não é uma ciência exata

A vida é feita de ganhos e perdas , acertos e erros.Na vida , os erros e acertos se complementam , pois , muitas vezes, aprende-se mais errando do que acertando ( Thomas Edison tentou 10.000 vezes para descobrir a lâmpada; ele disse que aprendeu muito mais com os seus erros do que com os acertos ) e muitas vezes também perde-se ganhando e se ganha perdendo ( diz o ditado popular : ” Há males que vem para o bem ” ).

A vida não é uma ciência exata , pois toda escolha tem uma margem de acerto e erro , e errando devemos aprender com ele e consertá-lo , mas para isso é preciso ter humildade.