ARTIGO: Visão relativista da vida

felizpAprendemos – principalmente sob influência das religiões – a ver a vida de forma absolutista (é aquela visão extremista, rígida, dicotômica do certo e errado, como comumente muitas religiões fazem) e não relativista, isto é, que tudo depende, pois o certo e o errado é relativo. Por exemplo: uma mulher que foi educada dentro dos valores católicos, se não casar e/ou ter filhos, certamente irá se sentir infeliz, não realizada e, o pior, frustrada e talvez uma pessoa errada.

Após ter criado, em 2006, a TRE (Terapia Regressiva Evolutiva – A Terapia do Mentor Espiritual, ser desencarnado de elevada evolução espiritual, responsável diretamente pelo nosso crescimento espiritual), abordagem psicológica e espiritual breve, e de ter conduzido mais de 15 mil sessões de  regressão de memória, aprendi com a espiritualidade. Isto é… com os mentores espirituais dos pacientes a ver a vida de forma relativista e não absolutista. Ou seja, muitas mulheres e homens não vieram nesta encarnação para casar, ou mesmo constituir uma família, pois o aprendizado deles é outro, e não ter uma vida a dois e exercer a maternidade e paternidade.

No Astral Superior (plano de luz), de comum acordo com seus mentores espirituais e como parte de seus programas reencarnatórios, concordaram que ao reencarnar na vida atual não iriam casar e/ou constituir uma família.

Aprendi com eles também, que a vida é feita de ganhos e perdas, acertos e erros, e ambos se complementam. Por isso, muitas vezes, aprende-se mais errando do que acertando, ou seja,  perde-se ganhando e se ganha perdendo.

Então, se a vida é feita de ganhos e perdas, é preciso aprender a perder, aceitar as perdas, mas para isso é necessário se vigiar e praticar mais a docilidade, isto é, dulcificar o coração, pois o sofrimento é diretamente proporcional ao orgulho.

Em suma, estamos falando de humildade, que é saber lidar justamente com as perdas e aprender com os erros da vida, entender que ninguém é melhor ou pior, superior ou inferior, que todos podem chegar no mesmo lugar, mas cada um à sua maneira, de sua forma.

Em outras palavras, é respeitar as pessoas como elas são, com suas limitações e possibilidades.

Foto: reprodução

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