ARTIGO: Como se dá a comunicação com os espíritos?

o_eu_realNo plano espiritual, os seres espirituais não falam , pois não têm mais as cordas vocais como os encarnados. Assim, eles também se comunicam com os encarnados de forma intuitiva, em pensamento, telepaticamente, com exceção dos médiuns clariaudientes.

Na TRE (Terapia Regressiva Evolutiva) – A Terapia do Mentor Espiritual, abordagem psicológica e espiritual breve criada por mim – os pacientes clariaudientes escutam claramente, no ”pé do ouvido”, as orientações de seus respectivos mentores espirituais (seres desencarnados de elevada evolução, responsáveis diretamente pelo nosso crescimento), ou mesmo as acusações de seus obsessores espirituais(seres desencarnados das trevas, desafetos de outras vidas, que movidos à ódio e vingança, por terem sido prejudicados pelos mesmos, buscam ajustar as contas, prejudicando-os.

Mas a maioria de meus pacientes se comunica nessa terapia com os seres espirituais, seja da luz ou das trevas, de forma intuitiva, em pensamento.

Há tempos atrás, quando exercia a psicoterapia convencional como psicólogo (na época, era cético, incrédulo, cartesiano, não acreditava na existência do plano invisível, nos seres desencarnados) não passava pela minha mente que o paciente podia conversar com os seres espirituais intuitivamente, em pensamento, pois achava que era um diálogo interno, uma comunicação intrapsíquica que ele mantinha consigo mesmo.

Entretanto, constatei após conduzir mais de 15 mil sessões de regressão de memória, que muitos dos padrões de pensamentos – ruins ou bons – de meus pacientes, não vinham de suas mentes, isto é, não lhes pertenciam. Bons pensamentos vinham, muitas vezes, de seres de luz, dos seus mentores espirituais…. orientando-os. E maus pensamentos advinham de seus obsessores espirituais, querendo prejudicá-los.

Eu me recordo de uma paciente que me relatou, após sua primeira sessão de regressão que ,ao chegar na estação do metrô, na plataforma de embarque e desembarque, quando o trem estava chegando, subitamente, fora acometida por um pensamento suicida: – Agora é o momento, se joga, se atira!

Surpresa e assustada com o inesperado pensamento suicida, deixou o trem passar para se recompor do susto. Ela não entendia como havia surgido aquele pensamento destrutivo, pois estava tranqüila, não estava triste e, muito menos, depressiva.

Eu lhe esclareci que pelo fato daquele pensamento negativo ter vindo de forma súbita, inesperada, sem um motivo aparente, não lhe pertencia, e, sim, vinha de um ser espiritual das trevas que a intuiu em pensamento a se matar.

Resumo da ópera: ela fora atacada, assediada espiritualmente na estação do metrô.

A minha suspeita foi confirmada quando na sessão seguinte, seu obsessor espiritual se manifestou dizendo-lhe em pensamento que ela era uma tola, ingênua, que ele se manifestou daquela forma apenas para atemorizá-la, e que havia conseguido.

Ainda nessa sessão de regressão, a paciente teve a impressão (intuiu) que ele conversava com ela gargalhando, debochando dela.

Desta forma, a comunicação com os seres espirituais – seja da luz ou das trevas – caracteriza-se pela sutileza, pois, como encarnados, não estamos acostumados a conversar telepaticamente. Assim, é comum o paciente nessa terapia duvidar, questionar, achando que é fruto de sua imaginação, pois não aprendeu ainda a divisar claramente se esses pensamentos que vêm à sua mente são seus, ou dos seres espirituais.

Mas como tudo na vida é uma questão de habilidade, de treino, o mais importante nessa terapia é ter fé, isto é, acreditar nas presenças invisíveis, e estar com a mente aberta, receptiva para prestar atenção nas sutilezas da comunicação com os seres invisíveis, que normalmente ocorre através da intuição.

Anúncios